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Publicado em Sexta, 18 de Janeiro de 2008 - 13h06

Na Boca do Povo - por Walmir Miranda

Walmir Miranda


CRÍTICAS, MULTAS E INCOERÊNCIAS (1)É como se pode analisar a situação que se descortina aos olhos da população em relação ao grave acidente (ecológico) ocorrido com o rompimento da barragem do “Apertadinho”, mais propriamente no local onde está sendo construída uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH), no prolongamento do Rio Comemoração, em Vilhena-RO. Referido fato consumou-se no dia 9 deste mês, e agora está gerando críticas, aplicação de multas nos responsáveis, além de demonstrações de atitudes incoerentes por quem de direito na questão.

CRÍTICAS, MULTAS E INCOERÊNCIAS (2)

Se não, vejamos.
Agora que a barragem do “Apertadinho” rompeu-se e por pouco não ocasionou mortes no local da obra, “especialistas estão caindo de pau” na empresa responsável pela mesma e em seus engenheiros. Erros e mais erros estão sendo apontados. Também já se fala que o valor das multas aplicadas deverá ultrapassar a casa dos R$ 50 milhões pelos danos causados à natureza e para centenas de pequenos agricultores, face o transbordamento do lago.

CRÍTICAS, MULTAS E INCOERÊNCIAS (3)

Depois do acidente na PCH do “Apertadinho” estão sobrando incoerências para todos os lados, depois que muitos passaram a “chorar sobre o leite derramado”.

Será que os “canais competentes” que analisaram, avaliaram e aprovaram o projeto de construção daquela Pequena Central Hidrelétrica não viram nada de incorreto nos cálculos estruturais da obra, principalmente, em relação à barragem?
E ao longo da obra? Quem foi que fiscalizou as suas etapas e se os materiais eram ou não certos e seguros para a utilização da PCH? E a licença ambiental? Quem a liberou? E o inventário hidrológico quais órgãos o analisaram e aprovaram? Qual o valor (em R$) dessa obra? De onde foram provenientes os recursos para a construção da mesma?
Essas são perguntas que não querem calar sobre o desastre do “Apertadinho”.
Portanto, a catástrofe ambiental agora é real e suas conseqüências futuras são imprevisíveis.
O mínimo que a sociedade espera é que, tudo venha a ser esclarecido, sobre modo, se os projetos da obra foram ou não alvo de observações que vislumbraram a possibilidade de tantos erros e lambança, que agora colocam em descrédito (pelo menos em parte) o conceito da engenharia brasileira para empreendimentos dessa natureza.
Com a resposta, portanto, o Ministério das Minas e Energia, o IBAMA, a Sedam (que daria a licença de funcionamento) e a Centrais Elétricas de Belém S.A. (responsável pela obra).
Detalhe: a PCH do “Apertadinho” já estava praticamente pronta.

ALGUNS DADOS LEVANTADOS

O lago principal dessa pequena hidrelétrica tinha pouco mais de 280 hectares.
O volume da água liberada chegou à casa dos 114 milhões de litros ou 114 mil metros cúbicos.
A água expulsa da barragem atingiu mais de 70 quilômetros de florestas, causando impactos ambientais graves na fauna e na flora.
Para completar: a catástrofe ocorreu no período em que muitas espécies de peixes da região estão em período de reprodução.
Este, sem dúvida, foi o maior desastre ambiental ocorrido no Estado de Rondônia.

PM – BOX NOS BAIRROS

Sem dúvida que essa é uma boa notícia para a população de Porto Velho que, a cada dia que passa está mais apavorada com o aumento da violência urbana.
Segundo o resultado de uma recente reunião entre a Cel. PM Angelina Santos, comandante geral da corporação e o prefeito Roberto Sobrinho (PT), vários PM – BOX´s poderão ser construídos em pontos estratégicos da Capital, principalmente, nos bairros de maior incidência de crimes. Essa será mais uma forma da policia combater os marginais e proteger a população. Espera-se que a idéia materialize-se o quanto antes. Os portovelhenses desde já agradecem.

FAIXAS PERIGOSAS

Onde está a prefeitura que não coíbe a colocação de dezenas de faixas (com dizeres diversos) em pontos e locais inadequados de Porto Velho?
Isso está ocorrendo tanto nas áreas centrais, quanto nas periféricas, inclusive, prejudicando a visualização do tráfego automobilístico e, dessa forma, contribuindo para a ocorrência de acidentes entre veículos, e entre estes e os pedestres. Alguns com vítimas fatais.

ARMADILHAS

Apesar da população há muito vir reclamando, parece que a administração municipal continua a “fazer ouvidos de mercador”, e não fecha as dezenas e dezenas de buracos existentes nas esquinas das vias públicas da Capital. Dezenas deles foram deixados após a execução de obras por parte da própria prefeitura e pela Caerd.
Enquanto isso os acidentes continuam se multiplicando, mutilando pessoas e causando danos nos veículos que caem dentro dessas crateras.
Isso é uma vergonha.

PMDB Vs. ROMPIMENTO COM O PT

Não é mentira, não.
Membros do Diretório Municipal do PMDB de Porto Velho querem mesmo o rompimento da sigla com o PT de Roberto Sobrinho.
Neirival Pedraça lidera um grupo de descontentes que não aceita “negociações de cargos” para que essa “aliança” se mantenha.
Mas existe quem diga que, esse grupo estaria mesmo interessado em alguns cargos da administração petista, também.
Pelo sim, pelo não.
O senador Valdir Raupp, presidente estadual do PMDB (que estará disputando sua reeleição ao Senado Federal em 2010) já disse que acatará a decisão da executiva municipal portovelhense.
Aí os mentirosos de plantão entraram em ação e aproveitaram para inventar que, a rebelião entre os “descontentes do PMDB” estaria sendo fomentada pelo ex-prefeito de Porto Velho, Carlinhos Camurça, que também já estaria filiado às hostes peemedebistas e, poderia vir a ser o nome do partido para as eleições deste ano.
Pergunta: será que tudo isso é verdade ou mentira?
Isso o tempo se encarregará de mostrar aos olhos da população.
Valendo lembrar que, com o PMDB o PT ficaria ainda mais forte para buscar a reeleição de Roberto Sobrinho.
Só os cegos e os loucos não admitem isso.
Só que no meio dessa pretensão existem dois tremendos obstáculos, ou melhor, dois nomes de grande peso político: Ivo Cassol e Lindomar Garçom (que está crescendo gradativamente no conceito da população e não pára de circular por todos os cantos do município).
O remédio, portanto, é aguardar um pouco mais para se ter uma definição melhor do quadro político na Capital.

ALAGAÇÕES

Quando das fortes chuvas de inverno que têm caído sobre Porto Velho, alguns pontos da cidade ficam tão alagados que até os sapos estão morrendo afogados.
Já em alguns pontos das periferias mais distantes formam-se lamaçais que nem urubu de chuteiras passa.
Mas vale ressaltar as obras que estão sendo feitas com o objetivo de minimizar esse quadro, principalmente, a limpeza de córregos.

VAI-QUEM-QUER

Está chegando à hora do fenômeno se repetir: o desfile da Banda do Vai Quem Quer, do “general” Manelão. Para este ano é esperado um público de mais de 80 mil participantes. As camisetas já estão sendo vendidas no “chaveiro gold”.
Manelão adiantou que, este ano, o desfile será animado por três grandes trios-elétricos e, que nenhum outro veículo de som irá participar do trajeto da Banda do Vai Quem Quer.
Portanto, nada de “mimosas e similares” para atrapalhar a animação dos foliões.
Isso, certamente, possibilitará outro grande desfile deste que é o maior bloco de rua da região Norte do Brasil, a exemplo do que ocorreu em 2007, quando nenhum acidente se registrou e todos elogiaram a performance da banda do Manelão.

ATÉ A PRÓXIMA, PREZADOS LEITORES !!!
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