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Nacional

Publicado em Quarta, 13 de Maio de 2009 - 14h53

Furnas quer antecipar hidrelétrica de Santo Antônio para 2011

RONDONIAGORA.COM


A entrada em operação da usina hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira (RO), poderá ser antecipada de 2012 para meados de 2011, segundo o presidente de Furnas, Carlos Nadalutti.O consórcio formado por Furnas e pela construtora Odebrecht previa o início das operações para maio de 2012, mas segundo Nadalutti o governo federal solicitou que o projeto seja antecipado para atender à demanda nacional.

Em entrevista ao Latin American Investment Summit, no dia 6 de maio, o presidente da Odebrecht havia informado que a antecipação seria para janeiro de 2012.

"Temos uma perspectiva de antecipação porque o país precisa. Provavelmente, por uma necessidade do país, vamos antecipar para meados de 2011", disse Nadalutti a jornalistas após participar de seminário promovido pelo Conselho Mundial de Energia.

O executivo afirmou que a hidrelétrica começará a operar com uma capacidade de 500 megawatts (MW). A capacidade total da usina é de 3.150 megawatts.

MEDIDA PROVISÓRIA

A Câmara dos Deputados aprovou na noite de terça-feira uma medida provisória que desobriga a Eletrobrás de fazer contratações com base na lei de licitações. A medida foi comemorada por Nadalutti, para quem Furnas, subsidiária da Eletrobrás, terá mais agilidade nas contratações e na execução de obras.

A idéia do governo é conciliar para que as obras da usina e das linhas de trasnmissão de Santo Antônio sejam finalizadas simultaneamente.

"Qualquer coisa que nos bote mais alinhados com o mercado é ótimo...sempre será benéfico nós termos uma empresa alinhada com o mercado, com agilidade e dinamismo", acrescentou.

O assessor da área internacional da Eletrobrás, Ruderico Pimentel, afirmou que a medida provisória colocará a Eletrobrás em condições de igualdade com empresas concorrentes do setor elétrico.

"Quando tem que fazer uma decisão qualquer, a gente leva meses para dar uma passo e ao mesmo tempo você concorre com empresas privadas que fazem isso com rapidez. É impossível trabalhar em um ambiente competitivo sem flexibilidade para poder agir", disse a jornalistas.

"Enquanto você está em um ambiente monopolista, você pode ter até uma certa lerdeza, mas no ambiente competitivo é preciso velocidade. A lei 8666 às vezes é um verdadeiro inferno", acrescentou.

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