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Política

Publicado em Segunda, 16 de Março de 2009 - 15h12

Amorim critica excesso de operações e ajuda “marcada” para frigoríficos

Assessoria


A frase de efeito usada pelo ministro de Assuntos Estratégicos Mangabeira Unger, em solenidade recente no Mato Grosso, “A Amazônia não será salva pela policia e sim por seus habitantes” deveria servir de ensinamento ao ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.Essa sugestão é parte do discurso proferido hoje (16) pelo deputado federal Ernandes Amorim (PTB), ao criticar as “operações midiáticas” como a Arco Verde, reiniciada nesta segunda-feira pelo ministro através de força tarefa formada pelo Ibama, Polícia Federal e Força Nacional

“O ministro tem extrapolado em busca de mídia. O município de Cujubim está um flagelo, tudo parado e muito trabalhador abandonando tudo e indo embora, por conta das sandices de Minc. A mais recente dá até danos morais. Em entrevista ao Jornal do Brasil, o ministro creditou ao presidente da cooperativa dos produtos da cidade, José de Souza Rodrigues, que a maioria da madeira comercializada na cidade era ilegal. Eu conversei com José de Souza, um homem simples, que nunca deu entrevistas na vida, que me garantiu ter interrogado do Minc, durante sua passagem intempestiva por Cujubim, como ficaria a situação dos trabalhadores das 80 serrarias da cidade. O Minc ao invés de dar resposta usou de forma mentirosa o nome deste cidadão para se promover”, disse o parlamentar.

Amorim disse que “endossa na íntegra” a fala de Mangabeira Unger, pois está faltando compromisso das instituições do meio ambiente, e desenvolvimento agrário, com os produtores rurais de toda Amazônia. “É necessário uma revisão dessa política insana do Meio Ambiente, onde falta o diálogo e a vontade política de resolver a questão com bom senso à luz da nossa realidade, e não com pirotecnias, esquadrilhas de aviões, helicópteros e força policial”.

Ajuda do BNDES

Amorim também destacou, no discurso, a operação de salvamento, em curso no Senado, com uma Medida Provisória para ajudar os frigoríficos em dificuldades financeiras.

“O que não entendemos é a fixação de apenas 18 empresas que estariam sem capital de giro, e com dificuldades de obter novos créditos para suas operações internas e de exportação, ou que contabilizou prejuízos com excessiva exposição à variação do real ante o dólar sem a devida proteção. Esse número de 18 empresas apenas chama a minha atenção, pois sabemos que somente na Amazônia o numero de empresas seria maior. Quem estipulou esse numero deve uma explicação, pois o que já se comenta que esse socorro a persistir em atender apenas esse pequeno grupo de empresários, seria um jogo de cartas marcadas”, questionou o parlamentar.

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