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Política

Publicado em Terça, 21 de Outubro de 2008 - 16h46

Cassol não acredita em intervenção por causa de presídio

Decom


O governador Ivo Cassol concedeu nesta terça-feira entrevista a imprensa ao participar da solenidade de entrega de dez novas viaturas para a melhoria dos serviços prestados pela Secretaria de Justiça (Sejus).Cassol disse não acreditar que a intervenção federal solicitada ao Supremo pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza seja atendida, já que a situação descrita para basear o pedido, além de antiga, não é diferente das apresentadas pelos demais estados federados. “A superlotação é um problema vivido por todos os estados do Brasil. Porque só Rondônia merece receber intervenção?”, questionou.
O governador expôs ainda à imprensa a intenção de solicitar ao Ministro da Justiça, Tarso Genro, em audiência que acontece ainda nesta terça, maior suporte do governo federal para manutenção do sistema carcerário no Estado, além de cobrar o efetivo funcionamento do presídio federal inaugurado há três meses em Rondônia, mas que por falta de servidores ainda não recebeu nenhum detento.
De acordo com o Chefe do Executivo, boa parte dos presos que cumprem atualmente pena no presídio Urso Branco seriam de responsabilidade do governo federal, visto que os crimes cometidos são de alçada federal, o que gera mais ônus ao Estado.
Cassol falou ainda da construção de um novo complexo penitenciário com a capacidade de receber 420 detentos. Unidade esta que, em um primeiro momento, havia sido negada pelo Ministério da Justiça pela melhora dos índices de segurança pública no estado. “Com a queda do índice de criminalidade recebemos como prêmio do Ministério da Justiça a notícia de que não precisaríamos de um novo presídio. Cobrei do ministro e agora seremos agraciados com mais uma unidade para melhorar a condição de vida dos apenados do estado”, declarou.

Calcário
Além de se reunir com o ministro Tarso Genro, o governador Cassol também se encontrará com o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, para solicitar a liberação do calcário moído e da jazida de Espigão D’oeste, que foi interditada pelo Ibama.
Para Cassol, não é justo que a única jazida do minério no Estado seja fechada, o que vem inviabilizando a agricultura regional. “Se foi constatada a irregularidade que multe a empresa, mas não inviabilize a agricultura”, pediu.
Preocupado em resolver o problema do calcário, o governador e o secretário de agricultura, Carlos Magno, viajarão a São Paulo para tratar com empresários sobre novas jazidas de calcário no estado. A intenção é que novas jazidas sejam abertas com a administração da Emater, que receberia estrutura para moer e entregar o produto no Estado.

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