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Política

Publicado em Quinta, 09 de Julho de 2009 - 17h52

MPF NÃO FALOU A VERDADE EM NOTA PARA DEFENDER REGINALDO TRINDADE, DIZ CASSOL AO APRESENTAR DOCUMENTOS A PROCURADOR-CHEFE

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Em mais um capítulo da briga do governador Ivo Cassol (PP) com o procurador da República, Reginaldo Trindade, o chefe do Executivo rondoniense apresentou nesta quinta-feira, pessoalmente ao Procurador-Chefe do Ministério Público Federal, um termo de declarações e documentos que comprovariam que os próprios membros da Procuradoria estariam sendo levados ao erro ao defenderem o colega. Cassol se refere a nota, divulgada no último dia 23 de junho (clique aqui para ler), em que foi acusado de ter doado pessoalmente ao senador Expedito Júnior, recursos da ordem de R$ 200.050 ao comitê de Expedito Júnior. A nota dos procuradores é taxativa em afirmar, que esse dinheiro comprou vigilantes. “Segundo “denúncia do Procurador-Geral da República, os R$ 200.050,00 serviram para comprar os votos dos vigilantes”, disse a nota do MPF de Rondônia.

Cassol, nesta quinta-feira apresentou documentos, que segundo ele, desmentem a nota divulgada pelos procuradores. “...os ilustres procuradores que subscreveram a malsinada Nota Oficial, o fizeram por companheirismo, para não dizer corporativismo, visto que, por não conhecerem os autos do processo referido, quero crer, não puderam avaliar as provas que sedimentaram a denúncia nutrida pelo senhor procurador Reginaldo Trindade”.

O governador explicou que o comitê do PPS fez doações para pagamento de material de campanha e de serviços. Apresentou as notas de recibos partidário e das próprias empresas que receberam os recursos. “No dia 28 daquele mês e ano, o Comitê em questão pagou a quantia de R$ 182.640 a empresa Exata Gráfica e Editora, referentes a confecção de 8 mil crachás para delegados e fiscais, além de 14 mil santinhos... No dia 29 seguinte, o mesmo comitê pagou a quantia de R$ 300.000 a empresa Nort.Com Comunicação, referentes a serviços de assessoria, criação e marketing de candidatos ao Governo, Senado e Câmara Federal”.

Para Cassol, ao fazer acusações de que teria doado dinheiro para a compra de vigilantes, sem qualquer prova, a nota do MPF distorceu os fatos. “Isso é maledicência”. E em outro ponto, o governador diz acreditar que o denunciante “trabalhou os fatos de acordo com sua conveniência, distorcendo-os na tentativa de provar situação que nunca existiu... Não há dúvida, senhor procurador, de que, ao contrário do que diz a Nota ora profligada que a “sistemática investida” é do senhor procurador Reginaldo Trindade contra esse signatário. Não fosse verdade tal assertiva, porque então, ao surgir novos fatos no processo em que arrima tal ranço pessoal, não adotou ele providências no sentido da busca da verdade real”, questiona o governador.

CONFIRA A SEGUIR O TERMO DE DECLARAÇÕES DE CASSOL AO PROCURADOR-CHEFE DO MPF, FRANCISCO MARINHO E AO FINAL AS NOTAS FISCAIS



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