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Agronegócio

Publicado em Quarta, 28 de Novembro de 2018 - 17h23

Rondônia terá mais uma etapa de imunização contra febre aftosa antes da retirar obrigatoriedade da vacina

da Redação


Rondônia terá mais uma etapa de imunização contra febre aftosa antes da retirar obrigatoriedade da vacina

O Estado de Rondônia vai retirar a vacina contra a febre aftosa nos 52 municípios do Estado a partir de 2019, segundo informou a Agência de Defesa Sanitária Agrossilvopastoril de Rondônia (Idaron). O Estado está há mais de 15 anos sem casos da doença. Em todo o país, Rondônia será o primeiro a suspender a vacina de seus mais de 14 milhões de gados.

A penúltima etapa da vacina aconteceu entre os meses de abril e novembro deste ano onde foram vacinados aproximadamente 6 milhões cabeças de gado. Já a próxima e última etapa da vacina prevista para acontecer do dia 15 de abril a 15 de maio de 2019 e tem como objetivo vacinar todo o rebanho de bois e búfalos. Todos ainda terão que ser obrigatoriamente vacinados.

O coordenador do programa de educação sanitária, Walter Oliveira Cartaxo, explica que após vacinar todo o rebanho do Estado, Rondônia suspende a vacinação. “Com isso, a gente finaliza uma etapa muito importante do programa de erradicação da doença que começou ainda em 1999 com a implantação da agência Idaron. Em 2003, tivemos o reconhecimento a nível nacional como área livre de febre aftosa vacinando rebanho, o que possibilitou para Rondônia a exportação de sua carne”, explicou o coordenador.

Após finalizar a última etapa da vacinação, o Estado receberá uma notificação do Ministério da Agricultura oficializando a suspensão da vacina em Rondônia. “A partir daí nenhum produtor poderá mais vacinar seu rebanho. A vacina será retirada gradativamente por regiões até o país ficar livre da vacina contra a febre aftosa”, disse Walter.

De acordo com o coordenador, a retirada da vacina contra a febre aftosa representa um ganho no agronegócio, valores arrecadados pelo estado e para o produtor rural em termos de exportação. “Uma questão muito clara que explica essa situação é que os grandes países que não têm febre aftosa não compram produtos de países que, mesmo sem ter a doença, continuam vacinando seu rebanho. Nós temos o produto, temos quem compre, mas existe essa barreira sanitária que é a vacina”, enfatizou destacando que Rondônia passa a ter o selo de livre de febre aftosa sem vacina e fiscalização será intensificada.

Sobre a confiança da carne de Rondônia, Walter Oliveira Cartaxo garante que o produto é 100% confiável. Todo o trabalho realizado é efetivamente comprovado através de metodologias científicas que são determinadas pelo Ministério da Agricultura e Organização Mundial de Saúde Animal. “Nós comparecemos nas propriedades rurais, periodicamente, coletando sangue dos animais para exames. Os sangues são enviados para os laboratórios do Ministério da Agricultura, onde efetivamente a gente comprova a vacinação do rebanho a campo e dentro desse aspecto a gente destaca que Rondônia sempre demonstra uma grande participação dos agricultores na vacinação”, garantiu.


(Disponível em https://www.rondoniagora.com/agronegocio/rondonia-tera-mais-uma-etapa-de-imunizacao-contra-febre-aftosa-antes-da-retirar-obrigatoriedade-da-vacina)
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