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Cidades

Prefeito Roberto Sobrinho defende modernização da máquina

Segunda-feira, 16 Março de 2009 - 18:02 | Valbran Júnior


Durante a abertura do VI Encontro Municipal de Atualização Administrativa: Equilíbrio das Contas Púbicas’, promovido pelo Tribunal de Contas, na manhã desta segunda-feira (16) na Fatec, em Porto Velho, o prefeito da Capital, Roberto Sobrinho, defendeu a atualização permanente dos servidores que atuam no controle das contas, como forma de acompanhar a dinâmica da administração pública.
O encontro, aberto pelo presidente do TCE, José Gomes, reuniu ainda todos os conselheiros, que levaram para a Fatec gabinetes itinerantes para consultas e esclarecer dúvidas.

Modernização

Só nos usinas hidrelétricas do rio Madeira e na linha de transmissão interligada ao Sistema Nacional, a União está investindo R$ 27 bilhões, além de outro cerca de R$ 1 bilhão em obras de saneamento e de infraestrutura na Capital.
O encontro, aberto pelo presidente do TCE, José Gomes, reuniu ainda todos os conselheiros, que levaram para a Fatec gabinetes itinerantes para consultas e esclarecer dúvidas.

Modernização

Diante da possibilidade de redução de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), devido a projeção de queda da arrecadação do Imposto de Renda, Roberto Sobrinho disse que os prefeitos precisam investir na modernização da máquina administrativa para evitar a ‘insegurança administrativa’.

O prefeito da Capital disse que a própria participação de técnicos municipais no evento promovido pelo TCE faz parte da política de modernização adotada por sua gestão.
Ele falou ainda sobre a construção do novo Centro Administrativo Municipal, que será erguido com recursos da contrapartida da transferência da administração da folha de pagamento para o Banco do Brasil, destacando que a obra não será um referencial da engenharia e da arquitetura, mas sim, “de um novo conceito de administração pública”.

Carência de técnicos

Por fim, Roberto Sobrinho lamentou a carência de técnicos especialistas na elaboração de projetos para a captação de recursos, o que tem prejudicado os municípios, principalmente os mnores, na captação de recursos. Segundo ele, essa é uma das grandes dificuldades relatada a ele por diversos prefeitos do interior. “A Funasa, por exemplo, tem R$ 78 milhões disponíveis para municípios rondonienses, mas não consegue aplica-los em função da falta de projetos técnicos. Hoje, o grande desafio do administrador público municipal é conseguir gastar os recursos disponibilizados pelo governo federal”, observou.

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