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Caso de coqueluche é confirmado e mobiliza ações de saúde na capital
Terça-feira, 24 Março de 2026 - 10:14 | Redação

A Prefeitura de Porto Velho confirmou um caso de coqueluche no município, envolvendo uma criança que está internada e em acompanhamento pela rede estadual de saúde.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), o paciente está bem e segue em tratamento, enquanto equipes de vigilância já iniciaram o monitoramento das pessoas que tiveram contato.
A doença é respiratória e apresenta como principais sintomas crises de tosse intensa e dificuldade para respirar.
Diante da confirmação, a vigilância em saúde intensificou a vacinação como medida para conter novos casos.
A orientação é que pessoas com sintomas leves procurem uma Unidade Básica de Saúde. Em situações mais graves, o atendimento deve ser buscado em uma UPA ou pronto atendimento.
O tratamento é realizado com acompanhamento médico e uso de antibióticos, especialmente quando iniciado precocemente, ajudando a reduzir a transmissão e a gravidade da doença.
Bloqueio
Segundo a Prefeitura, o Departamento de Vigilância em Saúde já iniciou as medidas para o bloqueio da doença, com monitoramento das pessoas que tiveram contato com o caso, além da intensificação da vacinação. A secretária adjunta da Semusa, Mariana Aguiar Prado, destacou a importância da vacinação. “A vacinação é a forma mais eficaz de prevenir a coqueluche. Quando há atraso no esquema vacinal, aumentamos o risco de circulação da doença, especialmente entre crianças. Por isso, é fundamental que pais e responsáveis fiquem atentos ao calendário e mantenham a caderneta atualizada”.
A Semusa reforça que a vacina contra a coqueluche está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). Para crianças, a proteção começa com a vacina pentavalente, aplicada aos 2, 4 e 6 meses de idade. A partir de 1 ano, são realizados os reforços com a vacina DTP, também conhecida como tríplice bacteriana infantil, que protege contra difteria, tétano e coqueluche (pertussis), aplicada aos 15 meses e aos 4 anos.
A Secretaria também orienta que gestantes recebam a vacina dTpa (difteria, tétano e coqueluche) durante a gravidez e que adultos mantenham a vacinação com a dT (difteria e tétano) atualizada a cada 10 anos, ajudando a proteger toda a família, especialmente os bebês.