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Cassol faz balanço de Governo em rede de rádio

Terça-feira, 23 Dezembro de 2008 - 17:23 | Assessoria


Durante entrevista ao jornalista Maurício Calixto, no programa “A Hora do Povo”, nesta terça-feira, o governador Ivo Cassol fez um breve balanço de sua administração neste ano de 2008, listando as principais realizações da administração estadual.

A questão ambiental também foi destacada no programa: a queda dos índices de desmatamento e das queimadas no estado, graças às campanhas desenvolvidas e à conscientização da população. Cassol criticou a decisão do Ibama de fechar a única mina de calcário do estado em Espigão D ’Oeste. “O Governo do Estado paga praticamente o dobro para ter calcário vindo do Mato Grosso para que os produtores rurais possam fazer a correção do solo”, disse. Em relação ao Governo Federal, Cassol destacou a vinda do ministro Mangabeira Unger ao estado em duas ocasiões, para ver de perto a realidade do estado e concluir que a regularização fundiária é o grande entrave do desenvolvimento e da redução do desmatamento. E em relação ao Fundeb – Fundo de Desenvolvimento da Educação, Cassol criticou o modelo, que tira o dinheiro dos estados – Rondônia perdeu R$ 84 milhões – e repassa aos municípios, mas em escala menor. E nem com a reforma tributária, que está em andamento na Câmara, vai melhorar, pois querem acabar com o único tributo de responsabilidade do estado, que é o ICMS.

Na seqüência Cassol falou sobre a questão da segurança pública no estado, destacando os investimentos no aparelhamento das polícias militar e civil com viaturas, armas, barcos de patrulha, rádios, coletes e outros. Outra questão abordada foi a formatura dos novos agentes penitenciários e educadores da Secretaria de Justiça, que passam a fazer parte do sistema penitenciário.

A questão ambiental também foi destacada no programa: a queda dos índices de desmatamento e das queimadas no estado, graças às campanhas desenvolvidas e à conscientização da população. Cassol criticou a decisão do Ibama de fechar a única mina de calcário do estado em Espigão D ’Oeste. “O Governo do Estado paga praticamente o dobro para ter calcário vindo do Mato Grosso para que os produtores rurais possam fazer a correção do solo”, disse. Em relação ao Governo Federal, Cassol destacou a vinda do ministro Mangabeira Unger ao estado em duas ocasiões, para ver de perto a realidade do estado e concluir que a regularização fundiária é o grande entrave do desenvolvimento e da redução do desmatamento. E em relação ao Fundeb – Fundo de Desenvolvimento da Educação, Cassol criticou o modelo, que tira o dinheiro dos estados – Rondônia perdeu R$ 84 milhões – e repassa aos municípios, mas em escala menor. E nem com a reforma tributária, que está em andamento na Câmara, vai melhorar, pois querem acabar com o único tributo de responsabilidade do estado, que é o ICMS.

A saúde também foi tema da entrevista no programa. Cassol cobrou do prefeito da capital um hospital de urgência e emergência para atender, ao invés de somente administrar postos de saúde e mandar pacientes para o João Paulo II ou para o Hospital de Base. Defendendo a conclusão do Hospital de Cacoal, que seria mais rápido e prático para os moradores da região, Cassol explicou que o dinheiro da compensação ambiental das usinas – R$ 69 milhões para o município e R$ 39 milhões para o estado – é mais que suficiente para a construção do hospital da capital e concluir o de Cacoal.

Fechando a entrevista, Cassol respondeu as perguntas dos ouvintes, que vieram de todas as regiões do estado: caso Beron, diretores das escolas, recapeamento asfáltico e outros assuntos foram abordados. Cassol finalizou pedindo desculpas pelos eventuais erros cometidos, agradecendo aos servidores que o ajudam a fazer a administração do estado e à população que o apoiou nos momentos difíceis que passou ao longo do ano. “Muito obrigado pelo apoio de todos vocês nos quatro cantos do estado. Desejo um ótimo Natal e um ano novo de muita saúde, paz e sucesso a todas as famílias rondonienses”, finalizou Cassol. Rondoniagora.com

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