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Publicado em Quinta, 09 de Fevereiro de 2017 - 14h39

Em Rondônia, ministro do Meio Ambiente defende alternativa econômica como arma contra degradação ambiental

da Secom


Em Rondônia, ministro do Meio Ambiente defende alternativa econômica como arma contra degradação ambiental

O ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, afirmou nesta quinta-feira (9), em Porto Velho, que a oferta de alternativas econômicas para as famílias é fundamental para o sucesso da preservação ambiental. A fiscalização rigorosa, entretanto, é necessária neste momento e será utilizada para conter a exploração das florestas.

Sarney Filho veio a Porto Velho com o diretor geral do Serviço Florestal Brasileiro Raimundo Deusdará Filho, a presidente do Ibama, Suely Araújo, Vicente Andreu, presidente da Agência Nacional de Águas, e o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade Ricardo Soavinski.

A comitiva, denominada Caravana Verde, percorre a Amazônia estabelecendo parcerias com governos estaduais e prefeituras, além de difundir a nova dinâmica do ministério.

A visita de Sarney Filho coincidiu com a presença dos prefeitos que estão em Porto Velho participando do Workshop Governança para o Desenvolvimento, que é promovido pelo governo de Rondônia.

Reunido com o governador Confúcio Moura, os senadores Valdir Raupp e Ivo Cassol, os deputados federais Marinha Raupp e Lindomar Garçom, além dos prefeitos, o ministro apresentou os membros da Caravana Verde e os colocou à disposição dos gestores municipais. O encontro aconteceu no auditório Jerônimo Santana, no Palácio Rio Madeira.

O tempo em que o Ministério do Meio Ambiente ditava as regras sem a participação dos estados e municípios, segundo Sarney Filho, não existe mais. Para ele, a política ambiental se também se fundamenta em ouvir e atender quem preserva. Para isto, defendeu a mudança nos rumos da destinação de recursos.

“O Fundo da Amazônia recebeu 1 milhão de dólares, mas apenas seis municípios apresentaram pequenos projetos e o dinheiro estava sendo usado por técnicos e consultores, isto não está certo”, asseverou o ministro.

DÍVIDA

Após anunciar a transferência de recursos para o estado e conhecer projetos ambientais que estão em execução, Sarney Filho afirmou que o estado brasileiro tem uma dívida com a Amazônia. Em meio a aplausos prefeitos e parlamentares, ele completou: “ esta conta precisa ser sanada.”

Ao explicar que o poder de polícia precisa ser utilizado para combater práticas que degradam as florestas, o ministro disse que a destruição cresceu nos últimos anos em razão da falta de recursos para investir no setor. “O caminho estava aberto para a bandidagem”, complementou.

Ele também fez críticas à comunidade internacional que difunde a importância da Amazônia, exige a preservação, mas não investe no serviço ambiental prestado. Sarney Filho sustentou que a melhor política é a valorização de quem preserva. Ele também citou casos bem sucedidos, que remuneram melhor, produzem emprego de qualidade.

Ao final da reunião com os prefeitos e parlamentares, Sarney Filho liberou sua equipe para reunir com prefeitos, prestar informações e manter conversações para a formulações de futuras parcerias.


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