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HIDRELÉTRICA: SISTEMA INDÚSTRIA ELOGIA PRIMEIRO ATO DE LOBÃO

Quinta-feira, 21 Fevereiro de 2008 - 16:53 | UNICOM – Sistema Indústria


HIDRELÉTRICA: SISTEMA INDÚSTRIA ELOGIA PRIMEIRO ATO DE LOBÃO
A primeira resolução assinada pelo novo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, foi elogiada pelo presidente do Sistema Indústria (Fiero, Sesi, Senai e IEL) Euzébio Guareschi. Na última sexta-feira, Lobão assinou a Resolução de número 1 de 2008, pela qual indicou a usina hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, como projeto de geração com prioridade de licitação.
Gasoduto

Ao comemorar o ato assinado pelo ministro Lobão, o líder do setor produtivo industrial lembrou o compromisso do governo federal com as hidrelétricas do rio Madeira, mas voltou a cobrar um posicionamento com relação ao gasoduto até Porto Velho.
Desde o final do ano passado o assunto entrou num processo de congelamento, porém, com novas confirmações da existência de gás na Bacia do Solimões, principalmente na província do Juruá, segundo anúncio recente feito pelo líder do governo no Senado, Valdir Raupp, Guareschi disse que o tema tem que voltar à pauta política e empresarial.

Gasoduto

Ao comemorar o ato assinado pelo ministro Lobão, o líder do setor produtivo industrial lembrou o compromisso do governo federal com as hidrelétricas do rio Madeira, mas voltou a cobrar um posicionamento com relação ao gasoduto até Porto Velho.
Desde o final do ano passado o assunto entrou num processo de congelamento, porém, com novas confirmações da existência de gás na Bacia do Solimões, principalmente na província do Juruá, segundo anúncio recente feito pelo líder do governo no Senado, Valdir Raupp, Guareschi disse que o tema tem que voltar à pauta política e empresarial.
A Unidade de Negócios de Exploração e Produção da Bacia do Solimões (UNBSol) da Petrobras já estudou a interligação das províncias de Juruá e São Mateus às unidades de processamento de gás natural (UPGNs) de Urucu, o que enterraria de vez as alegações do governo federal de que as unidades de Urucu não possuem gás suficiente para abastecer Manaus e Porto Velho.
As províncias de Juruá e São Mateus foram descobertas há mais de 30 anos, mas nunca foram desenvolvidas porque eram consideradas reservas de gás não associado (com baixíssima incidência de óleo). Sem mercado para o gás, a Petrobras mantinha os poços tampados.
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