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Magistrados confirmam participação em ato contra corrupção eleitoral

Quinta-feira, 07 Agosto de 2008 - 17:18 | Carlos Araújo


O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Cássio Rodolfo Sbarzi Guedes, e a presidente do Tribunal de Justiça (TJ), desembargadora Zelite Carneiro, confirmaram o apoio dessas instituições ao ‘Comitê de Combate a Corrupção Eleitoral e Pela Ética na Política’. O Comitê é formado por representantes da OAB, Arquidiocese de Porto Velho, movimentos sociais, faculdades, entidades representativa de classes e conta com o apoio do Ministério Público Eleitoral, do Poder Judiciário e da Justiça Eleitoral.

Do ato, devem participar representantes de entidades representativas e constituídas, advogados, magistrados, religiosos e candidatos a prefeito e a vereador. O advogado Rochimer Mello da Rocha Filho explicou que o ato cívico está previsto para acontecer simultaneamente em todas as subseções.

Otimistas com a proposta apresentada pelo Comitê, os magistrados elogiaram a iniciativa e confirmaram participação no ato cívico promovido pela OAB-Rondônia e arquidiocese, dia 18 de agosto, na Capital.

Do ato, devem participar representantes de entidades representativas e constituídas, advogados, magistrados, religiosos e candidatos a prefeito e a vereador. O advogado Rochimer Mello da Rocha Filho explicou que o ato cívico está previsto para acontecer simultaneamente em todas as subseções.

Cássio Rodolfo fez uma ressalva quanto a questão da fraude eleitoral. Segundo ele, a corrupção não é restrita do político que compra o voto. “Quem vende o voto também é corrupto”. Para se combater esse tipo de fraude, o desembargador acredita que a educação, através da informação, real e clara, deve ser universalizada.

“A Justiça tem que ser transparente, mostrar a cara dos candidatos para que o eleitor vote consciente e acertadamente. Com leis mais duras, os candidato deverá manter conduta ilibada na gestão do bem público caso queira se manter na política”.

Primeiro Mundo

A desembargadora Zelite Carneiro destacou os nefastos efeitos da corrupção afirmando que ela atinge o povo em seus mais primários direitos. “O exemplo é o SUS (Sistema Único de Saúde). Com a verba que o SUS tem, éramos para ter um atendimento à saúde de primeiro mundo”.

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