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Publicado em Quinta, 07 de Maio de 2009 - 10h44

PARA CASSOL, QUEM NÃO CUMPRIU ACORDO FORAM AS MULHERES DE PMS

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O governador Ivo Cassol (sem partido) descartou qualquer pedido de intervenção caso haja uma greve dos policiais militares em Rondônia. Mas deixou claro, em entrevista, que o descumprimento do acordo partiu das próprias mulheres dos PMs, que ameaçam fechar os quartéis a partir desta quinta-feira. “Os policiais não tem motivo para reclamar de nada. Tudo que foi combinado foi cumprido. Quem não cumpriu sua parte foi a associação das mulheres”, disse o chefe do Executivo, revelando que foram adicionados ao soldo dos PMs neste mês que passou 11.75%.

Na época da greve, Cassol lembra que os próprios policiais aceitaram o acordo, mas algumas mulheres não queriam paralisar o movimento porque tinham interesses políticos. “Os abusos foram levados à Justiça e qualquer pessoa que ultrapassar os limites responderá na forma da Lei”, explicou o governador. O que não foi acertado ainda com a PM, segundo ele, é a parte que cabe à corporação quando houver o aumento linear de todos os servidores públicos. “Nenhuma categoria recebeu aumento ainda”, lembrou.

Ao tempo em que pede uma reflexão de todos os sindicalistas, inclusive da Educação, para o momento difícil que Rondônia vai passar, o governador também ameaça retirar a gratificação de todos os policiais que resolverem aderir ao movimento grevista. “A minha prioridade é pagar o salário em dia. Não posso arriscar concedendo aumento a nenhuma categoria”, assinalou o chefe do Executivo. Ele cita uma outra complicação para os próximos meses, mas com relação a uma dívida do Iperon com o Governo Federal no valor de R$ 52 milhões e que pode colocar o nome de Rondônia nos órgãos de proteção de crédito, impedindo, inclusive, de receber os recursos do PAC.

Corte de gratificações e salários dos comissionados

O governador Ivo Cassol voltou a repetir as possíveis medidas drásticas para evitar um colapso nas contas do Governo e a manutenção dos salários em dia do servidor público. Segundo ele, caso haja necessidade, os vencimentos dos secretários de Estado e de todos os servidores comissionados serão reduzidos em 30%. As gratificações, auxílios, bônus, produtividade e outros benefícios extras também serão cortados. “O momento é de união e não de baderna ou politicagem”, criticou Cassol.

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