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Geral

Publicado em Segunda, 27 de Abril de 2009 - 18h41

PCCR: Trabalhadores esperam resposta do Governo até quinta

Assessoria


Os trabalhadores da Saúde do Estado aprovaram no final da manhã de hoje, durante a mobilização realizada em frente ao pronto-socorro do Hospital João Paulo II, em Porto Velho, que vão esperar até quinta-feira a audiência com o Governo do Estado para debater o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR/SUS) da categoria. Se o Governo não se manifestar sobre o assunto, os trabalhadores da Saúde vão paralisar suas atividades já a partir da próxima segunda-feira, dia 4, por tempo indeterminado, em todo o Estado.

A mobilização de hoje contou com a presença de centenas de servidores da capital e do interior, que vestidos com nariz de palhaço e apitos, realizaram uma caminhada até a Avenida Jatuarana, e retornaram ao João Paulo II, onde aprovaram a proposta do indicativo de paralisação do Sindicato dos Servidores da Saúde (Sindsaúde). A proposta de revisão do PCCR contempla os servidores da Saúde com piso mínimo salarial de R$ 1.500 para auxiliares operacional, insalubridade calculada sobre o valor do piso, progressão funcional, dentre outros benefícios.

De acordo com dirigentes do Sindsaúde, há três semanas uma Comissão da Assembléia Legislativa de Rondônia foi formada para intermediar a audiência dos trabalhadores com o Executivo, mas a tentativa de marcar uma reunião foi infrutífera. No período, algumas situações puderam ser observadas como o aumento salarial do próprio governador, dos médicos e dos auditores fiscais, mas nada em relação aos servidores da Saúde. Nos meses anteriores, os técnicos da Sesau realizaram um estudo na folha de pagamento e comprovaram que há possibilidade do Governo do Estado implantar o PCCR da categoria.

Durante a mobilização de hoje no João Paulo II, o presidente da Federação Unitária do Serviço Público do Estado de Rondônia (Funspro), Anildo Prado, disse que durante as negociações com a Sesau, a categoria dos trabalhadores abriu mão de várias reivindicações como redução da carga horária, retirada da Gade e redução dos cargos comissionados, com o único intuito de ser aprovada a tabela salarial. “A negociação foi aceita pela Sesau e aprovada pelo Conselho Estadual de Saúde. O Governo só não aprova o PCCR se não quiser”, finalizou.

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