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Publicado em Quinta, 26 de Janeiro de 2017 - 10h13

Registros de casos de tuberculose em Rondônia aumentaram em 2016

da Redação


Registros de casos de tuberculose em Rondônia aumentaram em 2016

Um avanço nos índices de tuberculose em Rondônia é apontado no resultado parcial da tabela da Agência Estadual de Saúde (Agevisa) pelo Sistema Sinan de investigação da doença. Em 2014, foram registrados 735 casos em todo o estado, já em 2015 o número caiu para 699, e em 2016 voltou a subir ultrapassando 2014, com 808 registros de pacientes infectados.

Segundo Nilda de Oliveira Barros, coordenadora estadual do Programa de Controle de Tuberculose, 65% dos casos estão concentrados em Porto Velho, com maior registro no Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemtron), com 211 casos, dos 523 na capital em 2016. “Lá é a nossa referência terciária, para onde todos os casos de intolerância ao medicamento são encaminhados, onde são feitos os fechamentos mais difíceis de diagnósticos, o acompanhamento de casos resistentes, enfim, por isso acaba tendo o maior número”, explica.

A única forma de prevenção da doença é através da vacina BCG, aplicada no primeiro ano de vida das crianças, o que não evita que haja a contaminação, mas evita casos mais graves. “Orientamos a população a procurar um médico nos postos de saúde sempre que uma tosse se prolongar por mais de três semanas. Isso não é gripe. E o quanto antes a doença for descoberta, mais chances de recuperação”, declara a coordenadora.

Todos os exames mais aprofundados sobre o diagnostico positivo de baciloscopia são realizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacem) em Porto Velho, mas a capital já conta com uma máquina especial de teste rápido no Posto de Saúde Rafael Vaz e Silva.

“Em duas horas, a máquina dá o diagnostico, já com quantas cruzes da doença manifestada, o DNA e se é resistente ou não, isso adianta muito o tratamento. A Agevisa já está em processo de compra de mais quatro equipamentos como esse, para ficar nos principais municípios do estado, como Ji-Paraná, Vilhena, Cacoal e Ariquemes, e facilitar o acesso às cidades próximas”, revela Nilda.

Febre amarela

A coordenadora Nilda Barros diz ainda que os casos de febre amarela que estão sendo registrados em Minas Gerais e outros estados brasileiros não afetam a rotina rondoniense. Não há preocupação de alerta do Ministério de Saúde para Rondônia, por se tratar de uma região onde o acompanhamento sempre foi realizado.

“Como estamos aqui na região amazônica, a vacina aqui é prioritária desde que se nasce, e com o mesmo critério a cada 10 anos. Nossos estoques nas unidades de saúde são sempre mantidos e não há risco para os rondonienses”.


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