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Publicado em Sexta, 21 de Agosto de 2009 - 09h17

Servidores querem que o governo cumpra os acordos já firmados

Assessoria


Servidores querem que o governo cumpra os acordos já firmados
O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Federais (SINDSEF), Herclus Coelho, declarou que os servidores do executivo federal ameaçam entrar em greve se o governo não cumprir os acordos firmados com a categoria. Os funcionários públicos acreditam que o governo está recuando no cumprimento de acordos salariais e compromissos já assumidos, como a equiparação de tabelas de remuneração e reajuste do tíquete-alimentação, já apelidado de vale-coxinha. A pressão tem uma justificativa. Todos os gastos previstos para 2010 têm que constar da Lei Orçamentária Anual (LOA) e o prazo para o governo enviar o documento ao Congresso Nacional termina dia 31.

A possibilidade de paralisação dominou a manifestação promovida anteontem, na Esplanada dos Ministérios, que reuniu mais de mil servidores. Parados em frente ao Ministério do Planejamento, eles exigiam serem recebidos pelo ministro Paulo Bernardo. Como ele estava no Rio de Janeiro, uma reunião foi agendada para hoje, com o secretário-executivo da pasta, João Bernardo. Na ocasião, os servidores vão apresentar um levantamento com todas as demandas que ainda faltam ser atendidas pelo governo.

Segundo Herclus, o governo tem alegado queda na arrecadação para a mudança de postura, incluindo a alteração nas tabelas salariais de 2010, além de adiar “indefinitivamente a discussão sobre a implementação de prometidos planos de carreira”.

Clareza

O sindicalista disse que, por se tratar de várias categorias, não tem como precisar um ajuste médio ou linear para os servidores. Reclamou da falta de clareza no que diz respeito à lógica das correções salariais e das tabelas de remuneração dos servidores, que segundo ele traz grandes distorções.

Os manifestantes reclamam também do auxílio-alimentação, que varia de R$ 130 a R$ 161. No Judiciário e no Legislativo o valor chega a quase R$ 700. Ele disse que já sabe de antemão que as reivindicações dos empregados do Dnit, DNPM e Ibama estão parcialmente atendidas. Outros, como o pessoal dos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego e Funai, não sabem se serão beneficiados. “Nós vamos para a greve nacional. Nós já estamos cansados de ser enrolados”, disse a servidora Maria Aparecida Silva Rodrigues, do Sindsef.

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