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Como as empresas podem evitar crimes cibernéticos: 10 estratégias essenciais de segurança

Quinta-feira, 09 Julho de 2026 - 10:40 | Redação


Como as empresas podem evitar crimes cibernéticos: 10 estratégias essenciais de segurança

No ambiente empresarial de hoje, crescer na era digital não depende só de boas ideias e resultados financeiros. Também pede atenção constante aos riscos que surgem com o uso de tecnologia. A cibersegurança, que antes muitas empresas viam como um gasto extra, tornou-se um tema central para o sucesso e a continuidade de qualquer negócio moderno. Mas como as empresas podem proteger os seus dados, a sua reputação e as suas operações contra o aumento dos crimes cibernéticos? O caminho passa por uma mistura de tecnologia, processos bem definidos e uma cultura interna forte de segurança - e isso pode ser colocado em prática com dez estratégias essenciais que vamos explicar ao longo do texto.

Como as empresas podem evitar crimes cibernéticos: 10 estratégias essenciais de segurança

Segurança digital, de forma simples, é o conjunto de práticas, tecnologias e regras usadas para proteger sistemas, redes e dados contra acessos indevidos, ataques e perdas de informação. Não é só instalar ferramentas: envolve também procedimentos internos para proteger os ativos digitais da empresa. Os três pontos básicos, definidos pelo National Institute of Standards and Technology, são: confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados. Estes princípios são a base de qualquer política de proteção digital e ajudam a manter a confiança dos clientes e o cumprimento de leis e normas. Para lidar com muitas credenciais de acesso e manter palavras-passe fortes e diferentes para cada serviço, muitas empresas usam um gerenciador de senhas, que ajuda a reforçar uma das primeiras barreiras de proteção.

Por que as empresas são alvo de crimes cibernéticos?

Empresas de qualquer tamanho tornaram-se um alvo comum para criminosos digitais. Com a digitalização, as organizações passaram a depender mais de tecnologia e de armazenamento de dados. Informações estratégicas e dados pessoais ficam guardados em sistemas internos, plataformas de atendimento, serviços na nuvem e ferramentas de colaboração. Com mais sistemas ligados entre si e mais presença online, aumenta também a "área" que pode ser atacada, o que deixa as empresas mais expostas a falhas e invasões.

Principais tipos de ameaças cibernéticas enfrentadas por empresas

Criminosos digitais mudam de tática com rapidez e aproveitam novas falhas o tempo todo. Entre os riscos mais comuns estão os ataques de malware, que usam programas maliciosos para entrar nos sistemas e causar danos. Um exemplo é o ransomware, que se tornou uma das maiores fontes de lucro do cibercrime: os atacantes bloqueiam (encriptam) os dados da empresa e pedem pagamento para liberar. Em 2023, este tipo de ataque cresceu muito, e organizações de saúde chegaram a ter quase 19 dias de inatividade em média por ataque.

Outra técnica muito usada é o phishing, um tipo de golpe em que a pessoa é induzida a entregar dados sensíveis ou credenciais. Cerca de 90% das violações de segurança começam com um e-mail de phishing. Este tipo de fraude não atinge apenas empresas: instituições públicas também registam casos frequentes, como os golpes com falsas intimações judiciais e links maliciosos enviados por e-mail e WhatsApp em nome de tribunais. O roubo de credenciais é uma das principais entradas para ataques e representa cerca de 16% dos vetores iniciais de invasão.

Além disso, existem ataques de negação de serviço distribuída (DDoS), que derrubam serviços ao enviar tráfego falso em massa, e falhas na cadeia de abastecimento, onde os atacantes invadem um fornecedor para chegar ao alvo principal. Em 2023, foram detetados mais de 245.000 ataques à cadeia de abastecimento de software, e a previsão é que esse número triplique até 2025.

Impactos financeiros e reputacionais de ataques digitais

O impacto de um ataque cibernético não se limita à paragem do sistema. Hoje, o dano financeiro destes crimes é enorme. Projeções da Cybersecurity Ventures indicam que as perdas globais podem chegar a cerca de US$ 10,5 triliões por ano, colocando o cibercrime entre as maiores ameaças económicas atuais. Em 2024, o custo médio global de uma violação de dados passou de US$ 4,88 milhões por incidente, somando perdas operacionais, investigação, interrupções e prejuízo de imagem.

Além do dinheiro, há a confiança. Violações de dados e outros incidentes podem abalar clientes e parceiros de um jeito difícil de reverter. Muitas empresas precisam gastar ainda mais para recuperar credibilidade no mercado, enquanto a exposição mediática afeta como o público vê a marca. Também existe o lado legal: regras como o RGPD exigem proteção adequada de dados, e falhas podem levar a coimas altas.

Erros comuns que aumentam o risco de ataques

Muitos incidentes acontecem por falhas humanas, que são aproveitadas pelos atacantes. Um dos principais problemas é a segurança fraca das palavras-passe: estudos apontam que 81% das violações de dados acontecem por esse motivo. Palavras-passe curtas, repetidas ou fáceis de adivinhar abrem caminho para invasões. Outro erro grave é não atualizar sistemas e softwares. Quando saem correções de segurança, sistemas desatualizados tornam-se um alvo fácil, porque existem ferramentas automáticas que exploram falhas já conhecidas.

A falta de treino e de orientação para os colaboradores também pesa muito. Sem conhecimento, as pessoas não identificam phishing e outros golpes, tornando-se o "ponto fraco" da proteção. E quando não existe um plano claro e testado para responder a incidentes, um problema controlável pode tornar-se uma crise. Pequenas e médias empresas, muitas vezes com menos recursos de segurança, acabam sendo alvos frequentes por causa de falhas técnicas e erros do dia a dia.

Como identificar vulnerabilidades e riscos digitais na empresa?

Encontrar falhas e riscos antes que se tornem um problema é o primeiro passo de qualquer estratégia de cibersegurança que funcione. A ideia é não esperar um ataque acontecer, mas mapear e testar com frequência como está a segurança da empresa.

Mapeamento dos componentes digitais críticos

Para proteger melhor o negócio, é preciso listar tudo o que faz parte do ambiente digital da empresa. Isso inclui servidores e computadores, mas também telemóveis, aplicações na nuvem, plataformas de colaboração, sistemas IoT (Internet das Coisas) e qualquer outro ponto que guarde ou mova dados. Como a infraestrutura de TI costuma juntar sistemas internos, nuvem, rede corporativa, dispositivos móveis e serviços externos, é importante saber por onde circulam dados da empresa e informações de clientes. Esse mapa reduz "zonas cegas" e ajuda a focar esforços onde o risco é maior.

Avaliação de riscos específicos do setor

Cada setor tem riscos diferentes. Finanças, saúde e e-commerce, por exemplo, lidam com muitos dados sensíveis e valiosos, então são mais visados. Por isso, é importante fazer uma avaliação de riscos alinhada ao setor, ao tipo de informação tratada e às normas aplicáveis, como RGPD, HIPAA ou SOC2. Isso ajuda a criar um plano de gestão de risco mais adequado, apontando vulnerabilidades antes que sejam exploradas, e mantendo a segurança de TI forte e alinhada às regras de proteção de dados.

Importância de auditorias e testes de segurança

Planear é importante, mas testar na prática faz toda a diferença. Auditorias completas devem acontecer pelo menos uma vez por ano, com verificações mais rápidas de vulnerabilidades a cada três meses. Em setores mais expostos, vale fazer com mais frequência. Auditorias, testes de penetração e simulações de phishing ajudam a encontrar pontos fracos e a medir se as medidas atuais funcionam. É como um check-up regular da "saúde digital" da empresa. O objetivo é identificar e reagir rápido, reduzindo o impacto se algo acontecer. Ter apoio de parceiros especializados em cibersegurança também pode ajudar com ferramentas avançadas e orientação na gestão de riscos.

Quais práticas reduzem a exposição a crimes cibernéticos?

Depois de entender o risco, chega a hora de colocar boas práticas em ação. Medidas básicas bem aplicadas formam a base da segurança de TI e ajudam a proteger o futuro do negócio.

1. Uso de palavras-passe fortes e políticas de autenticação

As palavras-passe fortes são a base da segurança digital. Como a segurança fraca das palavras-passe está ligada a 81% das violações, vale levar este ponto a sério. Use palavras-passe longas e difíceis - pense numa frase em vez de uma palavra - com pelo menos 12 caracteres, misturando números, símbolos e letras maiúsculas e minúsculas. Também é importante ter uma rotina de alteração de palavras-passe, de preferência a cada 90 dias. Para gerir muitas palavras-passe sem as anotar em locais inseguros, um gestor de palavras-passe ajuda muito, pois facilita o uso de credenciais fortes e únicas em cada serviço.

As regras de autenticação precisam ser claras: como criar, guardar e usar as palavras-passe. A empresa deve orientar os colaboradores a não partilhar palavras-passe e a evitar dados fáceis de descobrir (como datas de aniversário). A proteção começa na porta de entrada dos sistemas.

2. Implementação de autenticação multifator (MFA)

A autenticação multifator (MFA) é uma das formas mais eficazes de reduzir acessos indevidos. Ela adiciona uma camada extra, pedindo duas ou mais verificações além da palavra-passe. Isso pode ser um código temporário no telemóvel, uma confirmação num dispositivo ou biometria, como impressão digital.

Mesmo que alguém descubra a palavra-passe, ainda terá de passar pelas outras verificações, o que reduz muito o risco de invasões por credenciais roubadas. A MFA pode ser usada em e-mail, sistemas financeiros e serviços na nuvem, criando uma proteção mais consistente em toda a empresa.

3. Atualização constante de sistemas e softwares

Atualizar sistemas e programas é uma forma direta de se proteger contra falhas conhecidas. Fabricantes lançam correções e patches com frequência para resolver problemas de segurança em sistemas operativos, aplicações e plataformas corporativas. Se a empresa não atualiza, fica exposta a ataques que usam falhas já documentadas.

Vale ativar atualizações automáticas sempre que possível e reservar um momento do mês para verificar atualizações manuais. Ter um inventário de softwares ajuda a não esquecer nada. Se der, agende atualizações fora do horário de trabalho para reduzir impacto. Empresas que fazem isso diminuem muito o risco de incidentes.

4. Controlo rígido de acesso à informação

Controlos de acesso funcionam como "segurança na entrada" dos sistemas. Eles definem quem pode entrar e o que cada pessoa pode fazer. O princípio do menor privilégio é simples: cada colaborador deve ter só o acesso necessário para o seu trabalho, nada além disso. Assim, se uma conta for comprometida, o estrago tende a ser menor.

Ferramentas de Gestão de Acesso Privilegiado (PAM) ajudam a proteger dados mais sensíveis, controlando acessos com mais rigor. Esse tipo de prática combina com o modelo Zero Trust, que parte da ideia de não confiar automaticamente em nenhum acesso, mesmo interno. As permissões devem ser revistas com frequência.

5. Encriptação de dados sensíveis

A encriptação é uma tecnologia que converte dados sensíveis em código, que só pode ser lido por quem tem a chave correta. Ela é muito importante para manter a confidencialidade, tanto com dados "em repouso" (guardados) quanto "em trânsito" (enviados pela rede).

Empresas usam encriptação para proteger dados financeiros, dados de clientes e comunicações internas. Se alguém intercetar a informação, não vai conseguir entender o conteúdo. Use padrões atuais, como AES-256, para uma proteção forte. Além de melhorar a segurança, a encriptação ajuda no cumprimento de regras de proteção de dados, que muitas vezes pedem medidas técnicas para reduzir riscos.

6. Cópias de segurança regulares e plano de recuperação de dados

As cópias de segurança (backups) são a rede de segurança da empresa. Se acontecer um erro humano, falha de hardware ou ataque de ransomware, as cópias de segurança ajudam a retomar as operações mais rápido. Uma regra útil é a 3-2-1: ter 3 cópias dos dados, em 2 tipos diferentes de armazenamento, e 1 cópia fora do local.

As cópias de segurança devem ser feitas de forma periódica e guardadas em ambientes protegidos, idealmente separados da infraestrutura principal. Além de criar as cópias, é preciso testar a recuperação com frequência. Descobrir que a cópia de segurança não funciona só no dia do problema é uma das piores situações. Simulações confirmam se o processo funciona em condições reais e ajudam a manter a continuidade do negócio.

7. Instalação e manutenção de soluções antivírus e firewall

Uma rede mais protegida começa com firewalls bem configurados e antivírus/antimalware atualizados. Essas ferramentas atuam como a primeira barreira contra programas maliciosos e acessos indevidos. O antivírus protege computadores e dispositivos móveis contra ameaças comuns, enquanto o firewall controla o tráfego e bloqueia ligações suspeitas.

Mantenha tudo atualizado, porque novas ameaças surgem o tempo todo. Também vale segmentar a rede: se uma parte for comprometida, o ataque não se espalha com tanta facilidade.

8. Monitorização contínua de redes e sistemas

Segurança não é algo que se faz uma vez e pronto. Monitorizar rede e sistemas para detetar comportamento estranho ajuda a identificar invasões na hora. Use ferramentas de deteção de intrusão e análise de registos (logs) para acompanhar atividades 24/7.

Também é importante ter um plano claro de resposta. A equipa precisa saber o que fazer ao ver algo suspeito: isolar o problema, registar evidências e acionar os contactos certos. Monitorização constante e resposta rápida reduzem o impacto de incidentes.

9. Gestão de riscos de terceiros e fornecedores

A segurança da empresa pode falhar por causa de um parceiro. O caso da Target, invadida por meio de um fornecedor de HVAC, mostra bem esse risco. Como muitas empresas dependem de serviços externos, é essencial saber como os parceiros protegem dados e acessos.

Para gerir risco de terceiros, avalie a segurança do fornecedor antes de fechar contrato, controle o nível de acesso dado a ele e revise as práticas com regularidade. O aumento de ataques pela cadeia de fornecimento está a levar as empresas a reforçarem esse controlo.

10. Limitação da exposição nas redes sociais corporativas

Redes sociais ajudam no marketing e na comunicação, mas também podem expor a empresa se forem usadas sem cuidado. Uma publicação pode revelar informação que facilita golpes, ataques a sites ou fraudes.

A empresa deve orientar equipas sobre boas práticas e reduzir dados pessoais e detalhes sensíveis nos perfis corporativos. Se uma agência externa faz a gestão das redes, deixe claro quem tem acesso e a quais contas. Menos exposição significa menos material para ataques.

Como criar uma cultura organizacional de segurança digital?

Mesmo com tecnologia avançada, a empresa continua vulnerável se não existir uma cultura interna que trate a segurança como prioridade. Os colaboradores podem ser o maior ponto forte - ou um grande risco - dependendo do preparo. O objetivo é transformar a equipa numa linha ativa de defesa.

Formação recorrente dos colaboradores

Formar os colaboradores é uma parte essencial da segurança digital. Muitos ataques dependem de erros humanos, como clicar num link malicioso ou partilhar credenciais. Programas contínuos de orientação e formações regulares ajudam a equipa a reconhecer phishing, mensagens falsas e pedidos suspeitos de acesso.

Ajuda bastante criar exemplos parecidos com a rotina da empresa e fazer simulações de phishing para manter a atenção. A formação deve ser contínua, com espaço para reportar suspeitas sem medo e com aprendizagem a partir dos erros. Estudos indicam que programas de sensibilização reduzem bastante o sucesso de golpes de engenharia social.

Como as empresas podem evitar crimes cibernéticos: 10 estratégias essenciais de segurança

Políticas e procedimentos internos de segurança

Políticas internas claras dão direção a todos. Elas devem definir boas práticas e regras de cibersegurança, como acesso a sistemas, uso de dispositivos e gestão de dados sensíveis. Também precisam dizer a quem recorrer em caso de emergência de TI, seja alguém da empresa ou um suporte externo.

Outro ponto é criar regras sobre uso pessoal em equipamentos de trabalho, como o uso de e-mail pessoal, que pode estar mais exposto a invasões. As políticas devem ser bem comunicadas e fáceis de entender, incluindo um guia para novos colaboradores, explicando como agir para manter a segurança no dia a dia.

Responsabilidade e liderança em cibersegurança

A segurança digital não é mais um assunto apenas da equipa de TI. Hoje, envolve decisões de gestão e afeta diretamente a continuidade das operações. Assim como existe um responsável pela segurança física, faz sentido nomear alguém que responda pela cibersegurança do negócio.

A liderança deve mostrar compromisso com a segurança, dar o exemplo e valorizar quem segue as práticas internas. Quando a equipa vê que a gestão participa e leva o tema a sério, a empresa reforça a defesa contra ameaças mais sofisticadas e cria um ambiente mais consciente sobre riscos tecnológicos.

O que fazer em caso de incidente cibernético?

Mesmo com boas práticas, os incidentes podem acontecer. A pergunta costuma ser quando, e não se vai acontecer. Ter um plano pronto reduz danos e acelera a recuperação.

Plano de resposta a incidentes: etapas e responsáveis

O plano de resposta a incidentes deve ser um documento sujeito a revisão e testes com frequência. Ele precisa definir o que conta como incidente, quem faz o quê e quais passos seguir. Isso inclui: deteção, contenção, remoção da ameaça, recuperação e análise do que aconteceu.

Também é importante ter canais internos de comunicação para que todos saibam como reportar e como agir. Teste o plano com exercícios e ajuste com base no que foi aprendido. Preparar a empresa com uma avaliação de riscos ajuda a criar um plano mais completo para diferentes tipos de falha.

Comunicação transparente com clientes e parceiros

Em incidentes, comunicar bem é tão importante quanto corrigir o problema técnico. A transparência com clientes e parceiros ajuda a manter a confiança. Isso inclui avisos a clientes e autoridades quando exigido por normas como o RGPD, que define obrigações e coimas em caso de negligência.

A forma de comunicar pode separar uma crise controlável de um dano de imagem grave. Mensagens claras, honestas e rápidas mostram responsabilidade e cuidado com os dados, o que ajuda a recuperar a confiança depois de uma violação.

Recuperação de dados e continuidade dos negócios

O objetivo final é recuperar dados e manter a empresa a funcionar. Com cópias de segurança regulares e testadas, é possível restaurar sistemas após ataques, falhas técnicas ou perdas acidentais. O plano deve indicar como recuperar, em que ordem restaurar sistemas e como validar se os dados recuperados estão corretos.

Simulações de recuperação mostram se o processo funciona em situações reais. Recuperar a operação com rapidez reduz o impacto financeiro e ajuda a proteger a reputação, mantendo o atendimento aos clientes sem longas interrupções.

Conclusão

Lidar com o ambiente digital pede mais do que ferramentas isoladas: pede uma base forte de segurança e uma equipa bem preparada. A cibersegurança deixou de ser apenas um tema técnico e passou a fazer parte da estratégia do negócio, apoiando a capacidade de resistir a problemas e competir no mercado. Colocar em prática as dez estratégias apresentadas aqui não é algo que se faz uma vez; é um compromisso contínuo com a proteção e a melhoria.

As ameaças mudam com o tempo, com temas como a segurança com apoio de IA, os desafios da nuvem e riscos maiores na cadeia de abastecimento. A Gartner alerta que ferramentas de IA generativa e serviços de terceiros podem criar riscos relevantes para a confidencialidade dos dados, o que exige medidas de proteção mais fortes. Até 2028, a computação em nuvem deve tornar-se uma necessidade para as empresas, o que aumenta a atenção sobre a proteção de ambientes distribuídos.

Investir em segurança digital é investir na continuidade do negócio. Vai além de evitar perdas: ajuda a criar confiança com clientes e parceiros, manter a conformidade com as normas e fazer da segurança um apoio real ao crescimento. Empresas com uma postura ativa em segurança tendem a ficar mais protegidas e ainda ganham vantagem competitiva, mostrando um compromisso firme com a integridade e a proteção de dados na era digital.

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