Polícia
Dupla vem de Brasília para roubar a Benedita Joias e acaba presa pela PM; um deles estava no forro do shopping
Terça-feira, 01 Setembro de 2026 - 08:33 | Redação

Dois criminosos moradores de Brasília foram presos na noite desta segunda-feira (31) após uma tentativa de furto à loja Benedita Joias, no Porto Velho Shopping. Um deles foi encontrado no forro do estabelecimento, onde rompia parte da estrutura para conseguir entrar no local, enquanto o outro tentava deixar as proximidades em um carro de aplicativo.
A movimentação foi descoberta pela equipe de segurança durante o monitoramento das câmeras. A Polícia Militar foi acionada depois que dois homens foram identificados como suspeitos e informações de que eles poderiam integrar um grupo especializado em furtos a lojas de shopping centers.
Anderson Y. B. Z. foi visto pelas câmeras entrando no restaurante Risoto Mix, de onde teve acesso à área do forro. Ele acabou localizado acima da Benedita Joias enquanto abria parte da estrutura para chegar ao interior da loja.
Com Anderson havia uma mochila contendo pé de cabra, serras, alicate, chaves de fenda e outras ferramentas. Enquanto estava no forro, ele mantinha contato pelo celular com outra pessoa e aparentava receber instruções.
Guilherme A., que estava na parte externa do shopping, nas proximidades da avenida Rio Madeira, foi localizado quando tentava sair em um veículo de transporte por aplicativo.
Os dois foram presos e encaminhados ao Departamento de Flagrantes. Os celulares apreendidos foram entregues para análise diante da suspeita de que eram usados na comunicação durante a ação e de que outros criminosos poderiam estar envolvidos.
A Polícia deverá investigar a possível participação dos dois em um grupo organizado especializado em roubos a joalherias em outros estados. Anderson e Guilherme moram em Brasília e haviam chegado a Porto Velho dois dias antes. Eles declararam que retornariam depois do crime, indicando que a passagem pela capital rondoniense seria apenas para a ação no shopping.
Durante a abordagem, Guilherme afirmou a um policial que "a casa tinha caído" e que seu crime era "só 155". Ele ainda pediu para formatar o celular e disse que já estava acostumado. O aparelho recebia ligações e mensagens constantemente naquele momento.
Guilherme também informou que cumpre pena em regime domiciliar.