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Polícia

Publicado em Quarta, 14 de Novembro de 2012 - 10h39

Integrante do PCC que estava preso em MT é recambiado para Rondônia

RONDONIAGORA


Márcio Lemos de Lima, conhecido como "Marcinho PCC", um dos criminosos mais perigosos do país não está mais preso em Mato Grosso. Ele foi transferido, nesta quarta, para o presídio de segurança máxima de Porto Velho (RO), onde deve ficar por pelo menos 1 ano. A informação é da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos. A secretaria apontou que ele é "considerado de alta periculosidade e acumula penas altas. Entre as condenações ele acumula três por roubo qualificado e duas por latrocínio, as quais somam mais de 50 anos de reclusão".

Marcinho embarcou em avião, no aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, em voo comercial, escoltado por agentes penitenciários federais. O deslocamento da penitenciária de Cuiabá até o aeroporto também teve apoio da Polícia Federal e a Infraero.

A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos de Mato Grosso informou que, mês passado, 11 reeducandos foram transferidos para o presídio Federal de Catanduvas, no Paraná e ainda foi conseguido pela Sejudh, a permanência de João Arcanjo Ribeiro (que era chefe do jogo do bicho no Estado) por mais um ano, no presídio Federal de Campo Grande (MS).Um detento da Penitenciária Central do Estado (PCE) considerado de alta periculosidade é transferido para o Presídio de Segurança Máxima de Porto Velho (RO), nesta terça-feira (13).

O preso, Márcio Lemos de Lima, conhecido como “Marcinho PCC”, foi condenado por três por roubos qualificados e dois latrocínio (roubo seguido de morte), as quais somam mais de 50 anos de reclusão. Ele ainda fica preso por mais 360 dias, de acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).

O embarque aconteceu no aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, na manhã de hoje (13), em voo comercial, mas o reeducando foi escoltado por agentes penitenciários federais. A operação de transferência teve início às 6 horas com a retirada do preso da cela e posteriormente da unidade prisional, seguido pelo deslocamento até o aeroporto.

Para a transferência, de acordo com a assessoria de imprensa da Sejudh, houve apoio dos agentes penitenciários de plantão, agentes do Setor de Operações Especiais (SOE) e policiais militares do batalhão de Guarda da PCE. Nenhum incidente foi registrado.

Também ofereceram apoio à operação a Polícia Federal, por meio da Superintendência da PF no Estado e a Infraero, que acompanharam todos os procedimentos envolvidos em atendimentos dessa natureza.

As vagas em presídios federais são disputadas por todos os Estados brasileiros. Consegui-las exige esforço e competência, pois são muitos os trâmites burocráticos. Nesse sentido a secretária em exercício da Sejudh, Geyza Bianconi, destacou o empenho dos servidores da Secretaria para o alcance dos objetivos.

Ela lembrou que a menos de um mês, 11 reeducandos da PCE foram transferidos para o presídio Federal de Catanduvas, no Paraná e ainda foi conseguido pela Sejudh, a permanência de João Arcanjo Ribeiro por mais um ano, no presídio Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. (com informações do site sonoticias)

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