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Política

Publicado em Quarta, 03 de Março de 2010 - 13h44

Sem medo do projeto “Ficha Limpa”, César Cassol elogia postura do TSE

RONDONIAGORA


O Tribunal Superior Eleitoral mostrou na noite da terça feira que está disposto a dificultar a presença de quem tem conduta duvidosa entre os políticos brasileiros. Agora, os candidatos terão que apresentar uma certidão criminal para que a candidatura seja homologada.

O documento vai ficar a disposição do eleitor na página do TSE. Segundo a resolução aprovada pela Corte, se a certidão criminal apontar que o candidato responde a processo na Justiça, ele será convocado para fornecer documentos que detalhem sua situação. Caso haja sentença condenatória definitiva, o registro de candidatura não poderá ser homologado pela Justiça Eleitoral.

A decisão do TSE foi imediatamente elogiada pelo empresário César Cassol, provável candidato a vice-governador de Rondônia e um dos mais ferrenhos defensores do projeto Ficha Limpa, um conjunto de normas que servirá para “filtrar” candidaturas.

Ex-prefeito e duas vezes deputado estadual, César Cassol é parte da minoria política brasileira que não teme resoluções como a que o TSE acabou de editar. “Práticas corruptas não podem ser aceitas e única maneira de acabar com elas é impedir que gente de má índole ocupe cargos públicos,”

O empresário observou que toda pessoa que pretenda integrar o serviço público precisa prestar concurso e apresentar todo tipo de certidões, cumprindo a exigência de provar que é honesto.

“Nada mais justo que candidatos sejam submetidos a exigências mais rígidas,” aprovou César Cassol, citando que em concurso na função de guarda noturno, por exemplo, o cidadão tem que reunir três vezes mais declarações de idoneidade que candidatos ao Senado.

Recentes levantamentos mostram que 51% dos parlamentares do Brasil estão com problemas na Justiça. Uma vez eleitos, adquirem privilégios que dificultam julgamento e posterior condenação, aumentando ainda mais as práticas ilegais em campanha política para continuar no cargo.

A exigência de declaração de bens nos moldes da declaração do imposto de renda, exigência que se faz a todos os cidadãos, também foi observada por César Cassol como importante “filtro” de candidaturas. “Eu tenho esperanças de que essa resolução do TSE seja a primeira de um série de medidas capazes de moralizar desde as câmaras de vereadores até a Presidência da República”, elogiou César Cassol.

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