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Publicado em Segunda, 23 de Março de 2015 - 08h49

Campanha salarial histórica dos professores de faculdades particulares

Assessoria


Campanha salarial histórica dos professores de faculdades particulares
Os professores das faculdades particulares estão há uma década sem ganhar um reajuste acima da inflação, de 2010 quando o Sindicato dos Professores de Instituições de Ensino Superior Privadas (SINPRO) passou a representar estes professores até hoje não obtiveram nenhum benefício considerável em sua convenção coletiva.

Em agosto do ano passado a nova diretoria do SINPRO passou a buscar os direitos dos professores incansavelmente e uma luta árdua para as conquistas foi lançada.

Os professores, como agentes de mudanças e formadores das novas gerações, são essenciais para a sociedade e para o desenvolvimento de um país, mas infelizmente nem sempre são respeitados nos seus direitos e valorizados, foram 5 anos com reajustes bem abaixo da inflação e assim consequentemente os salários dos professores sofreram um déficit muito grande.

A 1ª rodada de negociação acontecerá neste próximo dia 23, a data-base da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) é 1º de Abril, as propostas foram apresentadas ao sindicato patronal, quais são: O piso salarial para professor Auxiliar ou equivalente R$ 38,85; Assistente ou equivale R$ 46,62; Adjunto ou equivalente R$ 50,50; Titular ou equivalente R$ 54,39; Professor-Tutor da Educação Superior à distância R$ 24,58; Pós Graduações receberá um adicional de 50% da hora-aula acrescido da demais vantagens e Pronatec R$ 21,20, acrescido das demais vantagens como planejamento e DSR. Também o pagamento de janelas; Plano de Saúde Hospitalar e Odontológico; Auxílio Transporte; Viabilidade de acesso aos programas de mestrados, doutorados e pós-doutorados; Cumprimento dos PCCS; Duração da hora/aula de 50 minutos; Bolsa de graduação e pós-graduação aos professores e desconto de 50% para seus dependentes em curso de graduação.

Após as rodadas de negociação entre o sindicato laboral e patronal é possível ainda tentar a mediação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e se mesmo assim não se obtiver uma proposta a contento da categoria o resultado final deverá ser submetido em assembleia que decidirá sobre uma possível greve.

O acordo será fechado pela diretoria mas com aprovação em assembleia, só seremos os porta-vozes da categoria frente esta convenção histórica. O papel do SINPRO é lutar pelos direitos dos professores e assim trazer os índices dentro da nossa perca irreparável salarial. Qualquer conquista será pouco em relação aos outros estados, haja vista que simplesmente não houveram avanços nestes últimos anos. Uma greve nunca está descartada, mas ela só acontecerá em último caso, se a intransigência do patronato não permitir o acordo, ressalta o presidente Prof. Luizmar Neves.

Esta CCT contará com a participação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (CONTEE).

A diretoria do SINPRO está reorganizando o sindicato e realizando campanha de sindicalização. Para filiação acesse http://filiacao.sinproro.org; fone: 69 3015 5764; WhatsApp: 9981-6273; E-mail: sinpro-ro@sinpro-ro.org.br / presidente@sinpro-ro.org.br; sítio eletrônico: http://www.sinpro-ro.org.br.
Fonte: Assessoria

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