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Eleições

Publicado em Segunda, 27 de Setembro de 2010 - 17h26

COLIGAÇÃO DE CAHULLA APOSTA EM ELEIÇÃO DE 4 FEDERAIS; PT DEVE REELEGER NAZIF E PSDB CORRE RISCO DE FICAR SEM REPRESENTAÇÃO NA CÂMARA

RONDONIAGORA


A 6 dias das eleições, os candidatos proporcionais, que disputam cadeiras na Câmara Federal e Assembléia Legislativa, intensificam os contatos com o eleitorado, distribuindo “santinhos” nos principais cruzamentos da cidade e buscando espaço na mídia eletrônica. Nos bastidores políticos, a disputa está acirrada, embora alguns dêem como perdida as chances do PSDB e do PSOL. No caso da legenda socialista, o partido, que não firmou coligação, dificilmente alcança o quociente eleitoral para eleger um deputado federal, calculado em torno de 120 mil votos. Da mesma forma o PSDB, embora os tucanos tenham fechado alianças com o PTC, PR, PT do B, PRB e PSC. Sem os principais puxadores de voto para o cargo, no caso Miguel de Souza (PR) – hoje vice do tucano Expedito Junior – e Val Ferreira – esposa de Expedito – condenada por abuso de poder econômico nas eleições de 2006, fica complicada a coligação também alcançar o número de votos mínimo, apesar dos candidatos João do Vale (PSDB) e Jair Montes (PTC) estarem com grande volume de campanha nas ruas.

Por outro lado, a coligação encabeçada pelo governador João Cahulla (PV/PTB/PPS/PP) gaba-se de ter chances reais de eleger pelo menos 4 deputados federais. E não é falácia, levando-se em consideração os políticos com grande poder de articulação que estão na aliança governista. São os casos de Carlos Magno (PP), Moreira Mendes (PPS), Lindomar Garçom (PV), Nilton Capixaba (PTB) e Joarez Jardim (PP). O presidente do PPS e candidato a reeleição, Moreira Mendes, entende que dependendo do desempenho das outras coligações, o pacto governista pode fazer até 5 parlamentares. O grupo, formado pelo ex-governador Ivo Cassol, candidato ao Senado, garante a reeleição de 3 atuais parlamentares e a garantia de um novo nome para Câmara.

NATAN É FICHA SUJA

O caso do PMDB é problemático. Os dois maiores puxadores de voto da coligação são os atuais deputados Marinha Raupp e Natan Donadon. Este último com sérios problemas na Justiça de Rondônia, já condenado por desvios de recursos na época em que exercia a diretoria-geral da Assembléia Legislativa de Rondônia. Ele também foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Nesse caso, o PMDB apostaria em Marinha Raupp e no ex-senador Amir Lando. Natan torce para que a Lei do Ficha Limpa valha somente para as próximas eleições, liberando seu registro de candidato.

PT X NAZIF

Adversários na campanha de Porto Velho, mas amigos na disputa pelas eleições estaduais, o Partido dos Trabalhadores (PT) e o deputado federal Mauro Nazif (PSB) estão trabalhando para eleger pelo menos 2 deputados federais. Nazif estaria com votos suficientes para alcançar o primeiro lugar na coligação, mas correm por fora candidatos com grande volume de campanha nas hostes petistas, como são os casos de sindicalista Itamar Ferreira dos Santos (Porto Velho), Padre Ton (Alto Alegre) e Israel Xavier (Porto Velho), este último abençoado pelo prefeito da Capital, Roberto Sobrinho (PT).

(Disponível em https://www.rondoniagora.com/eleicoes/coligacao-de-cahulla-aposta-em-eleicao-de-4-federais-pt-deve-reeleger-nazif-e-psdb-corre-risco-de-ficar-sem-representacao-na-camara)
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