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Assassino da ativista Nicinha é condenado a 15 anos de prisão em regime fechado

Sexta-feira, 24 Março de 2017 - 11:15 | da Redação


Assassino da ativista Nicinha é condenado a 15 anos de prisão em regime fechado

Após quase 13 horas de julgamento, Edione Pessoa da Silva foi condenado a 15 anos e seis meses de prisão em regime fechado, por matar a atividade do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) Nilce de Souza Magalhães, a Nicinha. Ele era acusado pelos crime de homicídio qualificado e ocultação de cadáver e não poderá recorrer em liberdade.

A sentença foi definida pela juíza Kerley Regina Ferreira de Arruda Alcantara, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Porto Velho.

Já Leonardo Batista da Silva, primo de Edione, foi absolvido da acusação de ocultação de cadáver, mas recebeu uma pena de um ano em regime aberto por furto. Ele permanece preso devido a outro processo ao qual já responde.

Júri popular
O julgamento dos dois começou na quinta-feira (23), às 8h30, no Tribunal do Júri em Porto Velho e encerrou às 22 horas, conforme previsto. O júri era composto por cinco mulheres e dois homens.

Entenda o caso
Nicinha, ativista do Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), desapareceu no dia 7 de janeiro de 2016, no distrito de Nova Mutum-Paraná. Após ser morta, seu corpo foi jogado no rio, sendo resgatado cinco meses depois. Edione confessou o assassinato e alegou desavenças. Leonardo foi acusado de ocultação de cadáver.

O julgamento dos dois já havia sido marcado para 7 de dezembro de 2016, mas acabou sendo adiado pela juíza Kerley Regina, atendendo a um pedido da defesa de Edione, que, à época, pediu a realização de exames tanatoscópico e de DNA para comprovação de que a ossada encontrada pela polícia era mesmo da vítima. O resultado do exame de DNA confirmando que os restos mortais eram mesmo de Nicinha foi divulgado 13 de dezembro de 2016.

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