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Chapa 2 apresenta propostas para fortalecer o Sinpol/RO e valorizar policiais civis

Quarta-feira, 18 Março de 2026 - 09:55 | Redação


Chapa 2 apresenta propostas para fortalecer o Sinpol/RO e valorizar policiais civis

Encabeçada pelo policial civil Odair Ozame, a Chapa 2, "Unidade e Força", que disputa a direção do Sinpol/RO apresentou um conjunto de propostas voltadas ao fortalecimento da entidade sindical e à valorização da categoria. A eleição acontece na próxima segunda-feira (23) e o processo será eletrônico, com urnas cedidas pelo TRE.

Odair Ozame é atual vice-presidente do Sinpol e integrante da diretoria executiva da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol) e da Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Norte (Fepolnorte).

Entre os principais pontos de destaque para a próxima gestão, defendidos pela Chapa 2 estão medidas para valorização da carreira, melhoria das condições de trabalho, fortalecimento da atuação jurídica da entidade, ampliação da transparência administrativa e desenvolvimento de políticas voltadas à saúde e qualidade de vida dos profissionais da Polícia Civil.

Segundo Ozame, o momento exige uma atuação sindical mais estruturada e estratégica. “O Sinpol precisa ter voz ativa e protagonismo institucional. A valorização da Polícia Civil depende de articulação política, diálogo qualificado com o Governo e com o Legislativo, além de uma atuação técnica e estratégica na defesa das pautas da categoria”, afirmou Ozame.

Valorização da carreira

O candidato a presidente defende atuação permanente pela recomposição salarial da categoria, implementação efetiva de direitos da carreira e avanços em políticas de valorização profissional. “O policial civil precisa ter previsibilidade na carreira e segurança institucional. O sindicato deve atuar com firmeza para corrigir distorções e garantir avanços estruturais para a categoria. Nosso compromisso é trabalhar de forma responsável, buscando soluções concretas para as demandas dos servidores”, destacou.

Fortalecimento da defesa jurídica

A Chapa 2 também propõe ampliar a estrutura de defesa jurídica da entidade, fortalecendo o suporte aos filiados e atuando de forma preventiva na proteção das prerrogativas funcionais dos policiais civis.

A proposta inclui organização mais eficiente dos fluxos de atendimento jurídico, acompanhamento transparente das ações judiciais e atuação estratégica na defesa dos direitos da categoria. “O sindicato precisa ter uma estrutura jurídica forte, capaz de orientar os policiais e defender suas prerrogativas quando necessário. A atuação precisa ser planejada, técnica e voltada para garantir resultados concretos para a categoria”, afirmou Ozame.

Governança e modernização administrativa

Outro eixo da proposta da Chapa 2 é o fortalecimento da organização interna do sindicato. Entre as medidas defendidas estão a ampliação da prestação de informações à categoria, a divulgação periódica das ações da gestão e a modernização dos sistemas de acompanhamento financeiro da entidade.

“A credibilidade do sindicato está diretamente ligada à forma como ele se organiza e conduz suas decisões. Gestão responsável e compromisso com a categoria são fundamentais para fortalecer a confiança dos policiais civis”, ressaltou Ozame.

Saúde e qualidade de vida

A Chapa 2 também destaca a importância de ampliar políticas voltadas à saúde e qualidade de vida dos policiais civis. 

A proposta inclui fortalecimento de iniciativas de apoio psicológico, ampliação de convênios voltados ao bem-estar dos filiados e incentivo a atividades esportivas e de integração entre os profissionais. “A atividade policial exige preparo emocional e grande responsabilidade. O sindicato precisa atuar para garantir que esses profissionais tenham apoio institucional e condições adequadas ao longo da carreira”, pontuou Ozame.

Trajetória na Polícia Civil

A Chapa 2 também destaca a trajetória profissional de Ozame na Polícia Civil de Rondônia como elemento importante para a construção da proposta de gestão. Grande parte da carreira foi desenvolvida no interior do estado, realidade que conhece profundamente.

Foram 17 anos de atuação no interior da Polícia Civil, sendo 13 anos como chefe de cartório na Delegacia de Ji-Paraná, período em que vivenciou diretamente os desafios enfrentados pelos policiais que atuam fora da capital. “No interior da Polícia Civil a realidade é bastante desafiadora. Muitas vezes o policial precisa lidar com efetivo reduzido, sobreavisos constantes e acúmulo de funções. Essa experiência nos permite compreender com profundidade as necessidades da categoria”, afirmou Ozame.

Atuação sindical e modernização da investigação

Em 2022, Ozame passou a integrar a diretoria do Sinpol, assumindo a função de vice-presidente da entidade. Entre as iniciativas destacadas pela Chapa 2.

O sistema, desenvolvido pelo Governo Federal por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), trouxe avanços na modernização das ferramentas utilizadas nas investigações policiais.

A articulação institucional para viabilizar a implementação do programa envolveu reuniões técnicas e diálogo com órgãos federais e estaduais. A iniciativa foi reconhecida pela própria Senasp como experiência de inovação na atividade investigativa, destacando Rondônia no cenário nacional.

Compromisso com a categoria

Para a Chapa 2, a combinação entre experiência profissional, atuação sindical e articulação institucional fortalece a proposta apresentada à categoria. Ozame também destaca que sua trajetória sempre esteve ligada à defesa coletiva dos policiais civis e à participação ativa nas pautas da categoria.

Ao longo de sua carreira, ele afirma ter acompanhado de perto os desafios enfrentados pelos servidores e participado de mobilizações e debates voltados à valorização da Polícia Civil. “Sempre acreditei que a luta sindical é um instrumento fundamental para garantir direitos e conquistar avanços para a categoria. Nenhuma conquista acontece de forma isolada; ela nasce da união e da mobilização coletiva, destaca.

“O nosso compromisso é conduzir o sindicato com responsabilidade, planejamento e capacidade de articulação. A Polícia Civil precisa de uma representação forte, preparada e comprometida com os policiais civis de Rondônia”, concluiu Ozame.

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