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Publicado em Terça, 26 de Julho de 2022 - 10h01

Primeira metade da temporada expõe domínio absoluto de três equipes na F1

da Redação


Primeira metade da temporada expõe domínio absoluto de três equipes na F1

Em uma das temporadas mais aguardadas da Fórmula 1 nos últimos anos, o campeonato de 2022 da principal categoria do automobilismo mundial vem entregando em partes o que dele se esperava. Se, por um lado, as novas mudanças de regulamento e design dos carros vêm proporcionando mais ultrapassagens e disputas na pista, por outro, a briga por pódios se afunilou entre apenas três das dez equipes participantes.

Após cumpridas 11 das 22 provas previstas no calendário, o que se viu foi um amplo domínio de Red Bull, Ferrari e Mercedes, com a presença constante dos seis pilotos que representam essas marcas entre os três primeiros colocados. A única exceção até aqui aconteceu no GP da Emilia-Romagna, com o terceiro lugar do “penetra” Lando Norris, da McLaren.

Entre os protagonistas da temporada, os pilotos da RBR, Max Verstappen e Sérgio Perez, possuem oito e seis pódios, respectivamente. Pelo lado da Ferrari, Carlos Sainz recebeu a bandeirada entre os três primeiros em seis oportunidades e Charles Leclerc, cinco. Já os octacampeões da Mercedes emplacaram sete presenças na cerimônia de premiação, quatro com Lewis Hamilton e outras três com George Russell.

Cenário diferente de 2021

A essa mesma altura do campeonato do ano passado, a situação era outra. Depois dos 11 primeiros Grandes Prêmios, sete equipes tinham estourado o champanhe pós-corrida: Mercedes, Red Bull, Ferrari, McLaren, Aston Martin, Alpha Tauri e Alpine. Na 12ª prova, a Williams se juntou ao grupo, com o segundo lugar de Russell no polêmico GP da Bélgica, que não teve nem largada e contabilizou somente metade dos pontos.

Outro ponto que difere das duas últimas temporadas é o fato de que em 2022 somente pilotos de Red Bull e Ferrari venceram alguma prova, enquanto no ano passado Mercedes e RBR, então protagonistas do campeonato, tiveram a companhia da Alpine, que faturou o GP da Hungria, com Esteban Ocon. Mais tarde, na Itália, Daniel Ricciardo, da McLaren, também cruzaria em primeiro lugar.

O domínio do Big 3

Primeira metade da temporada expõe domínio absoluto de três equipes na F1

Depois de uma intensa e emocionante disputa até a última volta da última corrida de 2021, a Red Bull Racing voltou a conquistar um título de pilotos após oito anos, coroando o holandês Max Verstappen. O triunfo trouxe de volta a confiança aos austríacos, considerados hoje a maior força da categoria ao lado da Ferrari. Tetracampeã mundial de construtores de 2010 a 2013, a RBR busca enfim reconquistar seu lugar no topo entre as equipes e frear a hegemonia de oito anos da Mercedes.

Nesta temporada, além de liderar os dois campeonatos, o time sediado em Milton Keynes, no Reino Unido, fechou novas parcerias globais, como o patrocínio do PokerStars, reforçando seu poder de influência e marketing no mundo esportivo, e o acordo com a Atlas Copco para contribuir com o desenvolvimento de sua nova fábrica de motores, a Red Bull Powertrains.

Outrora maior rival da equipe comandada por Christian Horner, a Mercedes começou o ano enfrentando problemas para desvendar os segredos do novo design dos carros e deixou de brigar por vitórias. Apesar da grande diferença entre as expectativas iniciais e a realidade atual, seus dois pilotos seguem evoluindo e beliscando pódios e pontos importantes enquanto o W13 não retoma os dias de glória.

Por sua vez, quem aproveitou a queda dos alemães para ganhar terreno foi a Ferrari. Maiores campeões da história da Fórmula 1, os italianos passaram 2020 e 2021 em branco e voltaram a vencer uma prova somente nesta temporada. Hoje principal piloto da equipe e maior concorrente de Verstappen no campeonato, Charles Leclerc ganhou três corridas e Carlos Sainz faturou uma.

Bem distantes do poderoso trio, aparecem empatadas McLaren e Alpine com quase três vezes menos pontos do que a Mercedes, atual terceira colocada entre os construtores. O lado positivo é que, pela primeira vez desde 2019, todas as equipes pontuaram e o pelotão intermediário vem protagonizando interessantes disputas por posição na pista. Se não tem o brilho e a emoção da temporada 2021, a Fórmula de 2022 parece estar mais equilibrada... ao menos lá atrás.


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