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Ramal do Maravilha, após a ponte do Rio Madeira,deve ser interditado pela Defesa Civil

Sexta-feira, 20 Janeiro de 2017 - 08:58 | da Assessoria


Ramal do Maravilha, após a ponte do Rio Madeira,deve ser interditado pela Defesa Civil

A Defesa Civil de Porto Velho deve interditar o acesso ao Ramal do Maravilha, localizado do outro lado da ponte do rio Madeira, por risco iminente de desbarrancamento. Desde de dezembro do ano passado vários desmoronamentos ocorreram na área estreitando a pista por onde os veículos passam. Na manhã desta quinta-feira (19) o chefe da Defesa Civil do município, Marcelos Santos, esteve no local acompanhado de sua equipe e constatou o perigo que a erosão representa.

Para o engenheiro civil da Defesa Civil, Cristóvão Otoni, parte do problema é causado pelas balsas que atracam no local. “Esse tipo de desbarrancamento é comum nesta região, é um fenômeno natural. Mas nesse caso específico, esse fenômeno foi acelerado por um processo mecânico. Para atracar as balsas são utilizados as árvores e o vai e vem das balsas por causa da maré acaba amolecendo a terra. Isso acontece porque a chuva encharca o solo aí ele não resiste e vem abaixo”, explicou.

Os desmoronamentos ocorrem em vários trechos do ramal. Mas a situação mais crítica fica exatamente numa curva, logo na entrada e no local utilizado para a atracação das balsas que não conseguem chegar até um porto existente no local. Nesses trechos a pista tem pouco mais de três metros. Antes, a estrada tinha entre seis a sete metros, mas com os constantes desbarrancamentos a estrada foi sendo engolida pelo rio.

Para o engenheiro civil da Defesa Civil, Cristóvão Otoni, parte do problema é causado pelas balsas que atracam no local. “Esse tipo de desbarrancamento é comum nesta região, é um fenômeno natural. Mas nesse caso específico, esse fenômeno foi acelerado por um processo mecânico. Para atracar as balsas são utilizados as árvores e o vai e vem das balsas por causa da maré acaba amolecendo a terra. Isso acontece porque a chuva encharca o solo aí ele não resiste e vem abaixo”, explicou.

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