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Nacional

Publicado em Quarta, 26 de Maio de 2021 - 13h46

Investimentos na Bolsa de Valores e inflação: como eles se relacionam?

da Redação


Investimentos na Bolsa de Valores e inflação: como eles se relacionam?

De acordo com o noticiário, o mercado, constantemente, tem aumentado a projeção da inflação no país. Esse aumento é algo que deve ser levado em consideração por quem investe na Bolsa de Valores, pois está diretamente ligado a alguns ativos negociados. Ao investirem em ativos que, de uma maneira ou outra, se beneficiam do aumento da inflação, os investidores terão uma proteção adicional para o seu poder de compra.

Investimentos no título do Tesouro Direto IPCA+ e em fundos imobiliários são uma boa ideia para quem busca evitar a defasagem de seu poder de compra perante o aumento dos preços. Sem dúvida alguma, investir em ativos financeiros como esses é muito melhor que preservar o dinheiro na renda fixa da poupança. De modo claro: em abril deste ano, a taxa de inflação no acumulado interanual foi de 6,76%. O rendimento da poupança, atualmente, é de 2,45% ao ano. Isso significa poder de compra reduzido.

Assim, para saber como investir na Bolsa de Valores e, logicamente, evitar as perdas de poder de compra, a fim de manter a solidez do patrimônio financeiro, é preciso que os investidores, especialmente os iniciantes, se preparem: seja pela observação, pela obtenção de informações ou fazendo alguns testes.

Diversificando o portfólio: o caminho para o sucesso nos investimentos

A diversificação de ativos é a melhor forma de evitar que grandes crises, como a da pandemia, causem sérios danos à carteira. Assim, caso um setor da economia passe por problemas, as consequências negativas serão menores se a carteira estiver composta por ativos descorrelacionados. Em outras palavras, caso a carteira não esteja formada por ativos de um mesmo setor, ou de um mesmo tipo de renda.

Vale a pena ter em mente que o conceito de “carteira” não está limitado àquela de uma única corretora, mas sim a uma carteira global. Ou seja, dependendo dos tipos de investimento, é possível que um investidor tenha uma carteira em uma corretora, e uma segunda carteira em outra corretora (geralmente internacional).

A descorrelação entre países também é uma excelente maneira de proteger a carteira global (o patrimônio financeiro geral) contra os impactos gerados por uma crise. Mais claramente: um cenário de desordem política no Brasil causa alta volatilidade na Bolsa de Valores do país, com quedas acentuadas no preço das ações. Essa volatilidade é menor para quem tem investimentos no mercado norte-americano, por exemplo, mais robusto e sólido que o mercado brasileiro.

Como começar a investir com pouco dinheiro

Para investir no mercado financeiro, não é preciso começar com muito dinheiro. Essa é uma das razões que explicam o crescente número de investidores. Além disso, outro fator que incentiva mais pessoas a investirem é a quantidade de conteúdo disponível para educação financeira, como artigos, vídeos e podcasts, permitindo um aprofundamento do conhecimento de investidores iniciantes.

Com pouco dinheiro, é possível investir em ativos financeiros que geram dividendos. Esses dividendos (mensais, se forem de fundos imobiliários) são uma renda passiva que pode ser usada para comprar mais cotas de um determinado ativo. Além disso, é possível criar uma diversificação por meio da compra de ativos baratos e que, ainda assim, paguem dividendos.

Investimentos em fundos imobiliários tendem a ser um dos mais comuns. Entre as razões, estão o grande número de opções desse tipo de ativo, a menor volatilidade à que eles são sujeitos e o pagamento de dividendos. Com um investimento inicial de, aproximadamente, R$ 1.000 em fundos imobiliários, é possível criar uma carteira com uma boa diversificação, mais resistente à volatilidade, e distribuidoras de proventos. Com pequenos aportes mensais, maior será o número de cotas, e maiores serão os dividendos acumulados.

Considerações finais

O cenário dos investimentos continua a ser convidativo, e é a melhor opção para a construção de um patrimônio financeiro de longo prazo. Muito importante, também, é investir em ativos atrelados à inflação, e em ativos que gerem dividendos. É possível ter tudo isso com um baixo investimento inicial, e por meio de aportes mensais.


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