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Política

DENUNCIADOS, EMPRESAS E RAUPP SE CALAM, DIZ FOLHA DE S.PAULO

Segunda-feira, 12 Maio de 2008 - 12:02 | FOLHA DE S.PAULO



A Eletronorte informou estar ciente de que a PF investiga diretores da empresa desde 2006, mas adota a política de só se manifestar após decisão judicial final. A assessoria informou que diretores como Adhemar Palocci seguem a mesma orientação.
O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) foi procurado pela Folha desde quinta-feira, mas a sua assessoria informou que ele estava em Rondônia, ajudando a preparar campanhas eleitorais, e não havia como localizá-lo.
A Alstom não quis se manifestar. A Odebrechet diz em nota que "nunca foi citada em inquérito de investigações sobre supostas irregularidades contratuais e tampouco convocada para prestar esclarecimentos sobre o caso". Segundo a empresa, ela participou do consórcio que fez Tucuruí "apenas na condição de montadora de equipamentos".

A Eletronorte informou estar ciente de que a PF investiga diretores da empresa desde 2006, mas adota a política de só se manifestar após decisão judicial final. A assessoria informou que diretores como Adhemar Palocci seguem a mesma orientação.
O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) foi procurado pela Folha desde quinta-feira, mas a sua assessoria informou que ele estava em Rondônia, ajudando a preparar campanhas eleitorais, e não havia como localizá-lo.
A Alstom não quis se manifestar. A Odebrechet diz em nota que "nunca foi citada em inquérito de investigações sobre supostas irregularidades contratuais e tampouco convocada para prestar esclarecimentos sobre o caso". Segundo a empresa, ela participou do consórcio que fez Tucuruí "apenas na condição de montadora de equipamentos".
A Folha não conseguiu localizar Carlos Nascimento. A Eletronorte não quis informar os telefones dele. A reportagem não conseguiu contato com José Roberto Paquier e com Winter Coelho.
Por correio eletrônico, Hércio Ramos informou que seu nome foi arrolado "apenas como testemunha naquele processo policial [Operação Castores]". Ainda segundo ele, ao depor na PF, em Curitiba, não lhe foi apresentada nenhuma contabilidade com valores pagos pela Alstom nem lhe foi feito nenhum questionamento sobre o assunto.
Ramos diz ainda que o relatório final da Operação Castores não fez menção a atos suspeitos envolvendo seu nome. "Portanto, não se sustentaram as suspeitas que pairaram sobre a minha pessoa." Rondoniagora.com

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