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Política

Expedito critica “Operação Arco de Fogo” e defende madeireiros em atividade legal

Quinta-feira, 13 Março de 2008 - 08:46 | Senado




Expedito Júnior criticou também o uso da Força Nacional para fiscalizar o interior de Rondônia. “A Força Nacional deveria estar trabalhando em nossas regiões de fronteira, coibindo e impedindo que se adentre em nosso País a droga, o armamento. Esse é o papel da Força Nacional”, destacou.

O senador citou a onda migratória para Rondônia, na década de 70, quando o Código Florestal determinava o desmatamento de 50%. Segundo Expedito Júnior, naquela época, o INCRA só titulava a área se houvesse benfeitorias no local. “Esses pequenos produtores aqueceram a economia de nosso Estado. Por isso, os madeireiros não podem ser tachados de bandidos”, observou. O parlamentar pondera, no entanto, que as atividades ilegais devem ser combatidas.

Expedito Júnior criticou também o uso da Força Nacional para fiscalizar o interior de Rondônia. “A Força Nacional deveria estar trabalhando em nossas regiões de fronteira, coibindo e impedindo que se adentre em nosso País a droga, o armamento. Esse é o papel da Força Nacional”, destacou.

O senador citou que um dos primeiros estados brasileiros a fazer um zoneamento socioecológico e econômico foi o Estado de Rondônia, quando todas as áreas indígenas e de reserva ambiental foram demarcadas.

BERON

Expedito Júnior reclamou também da atitude do Governo Federal em descontar do Fundo de Participação dos Estados, pela terceira vez, a cobrança da dívida do Banco do Estado de Rondônia (Beron). O Senado aprovou uma resolução, em dezembro passado, determinando a suspensão do pagamento da dívida. A Casa e o Governo de Rondônia ingressaram com ação no Supremo Tribunal Federal contra a cobrança, mas ainda não há decisão.
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