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Política

Publicado em Terça, 06 de Agosto de 2013 - 17h29

Hermínio apóia vigilantes ameaçados de demissão e pede que ALE derrube veto ao PCCS

RONDONIAGORA


“Independente das divergências políticas, Rondônia não pode parar, tampouco os trabalhadores devem ser prejudicados”. A frase foi dita pelo presidente da Assembléia Legislativa, Hermínio Coelho, no retorno do recesso parlamentar, na tarde desta terça-feira.  O deputado foi muito procurado por sindicalistas e vários manifestantes que ocuparam as galerias da Casa de Leis durante a sessão solene.

Hermínio defendeu mais uma vez um esforço político, envolvendo todos os parlamentares, para derrubar o veto do governo do estado ao Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos servidores da ALE.  O deputado lembrou a data de 6 de agosto, que marca o aniversário de 30 anos do parlamento estadual e da Constituição de Rondônia - mesmo tempo de serviço de alguns funcionários da casa.  

“A responsabilidade fiscal seria minha, como gestor, e não do governador.  O nosso orçamento é maior, nem precisamos dele todo. Fomos precavidos, e estudamos cada detalhe do PCCS. Não seríamos levianos ao ponto de comprometer o funcionamento da ALE. Temos um orçamento soberano e a ALE não depende de dinheiro de ninguém pra implementar o plano dos trabalhadores, que aguardam por esta valorização há nos. Vou lutar para derrubar o veto. O governo que se meta com seus problemas”, disse o deputado, que também  aprovou, quando vereador, o plano de carreira dos trabalhadores da Câmara Municipal de Porto Velho.

Apoio aos vigilantes

“A minha vida pública foi sempre defender trabalhador””, afirmou o presidente da ALE, diante de um pedido de socorro feito, nas galerias da Casa, por parte dos 2.500 vigilantes que, segundo o Estado, terão seus contratos cancelados até o fim do ano. Hermínio lembrou o embate de seu mandato contra a “relação suspeita”  de empresas com o Governo da Cooperação.  “Aumentaram  em 300%  (de  R$ 17 milhões para R$ 58 milhões) no contrato entre empresas de vigilância e governo, sem que os trabalhadores do setor tenham merecido qualquer reajuste”, disse. Para o deputado, a decisão de cancelar os contrato se explica: “o estado não tem dinheiro para pagar todos os servidores até dezembro. Ou paga empresas de vigilância ou paga os trabalhadores do quadro”.

Apocalipse

“Por tudo que fizeram comigo e com meu filho, não guardo mágoas. A justiça vai provar que não devemos nada. Defendo que, pelo inquérito da Polícia Civil, ninguém deva ser julgado politicamente, aqui na ALE. Tem uma lambança atrás da outra na Operação Apocalipse, que, como vimos, pôs inocentes na cadeia”, disse o deputado, referindo-se  à forma arbitrária com que o seu filho foi injustamente  preso. “Eu prefiro aguardar os documentos do Ministério Público. É claro que tem bandido na história, mas é preciso saber quem é quem. Não podemos pôr todo mundo na mesma panela. Existem inocentes. Os verdadeiros bandidos uma hora vão pagar tudo de ruim que fizeram”, finalizou Hermínio Coelho.


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