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Política

Publicado em Sexta, 19 de Março de 2021 - 09h31

Jaqueline Cassol pede ao Governo de Rondônia convocação urgente dos médicos aprovados no concurso de 2017

da Assessoria


Jaqueline Cassol pede ao Governo de Rondônia convocação urgente dos médicos aprovados no concurso de 2017

Para evitar que o sistema de saúde de Rondônia entre em colapso a deputada federal Jaqueline Cassol (PP-RO) solicitou ao Governo do Estado o chamamento de 50 médicos aprovados no concurso público de 2017. Na noite de sábado, o Secretário Estadual de Saúde, Fernando Máximo, admitiu que faltam médicos para o atendimento dos pacientes com covid-19.

“Temos que encontrar alternativas para que o sistema de saúde de Rondônia não pare. Já contabilizamos mais de duas mil vidas ceifadas e 17 mil casos ativos da COVID-19. Estou extremamente preocupada com o ‘pedido de socorro’ do secretário Fernando Máximo”, afirmou a deputada.

Além do pedido para a convocação dos aprovados no concurso, a deputada sugeriu como medida emergencial a contratação excepcional dos médicos brasileiros formados no exterior, que já possuam o registro no Ministério da Saúde (RMS).

“Situações emergenciais requerem ações extraordinárias. O processo de revalidação de diplomas está caminhando a passos lentos, mas temos milhares de médicos brasileiros formados no exterior que já atuaram no Sistema Único de Saúde (SUS) e comprovaram sua experiência. Há um exército de profissionais aguardando uma oportunidade para ajudar”, disse.

CATASTRÓFICA. “A situação de Rondônia é catastrófica”, disse a deputada.

De acordo com o depoimento do secretário, dos 30 leitos de UTI e 23 leitos clínicos montados no Centro de Reabilitação de Rondônia (Cero) somente 12 estão funcionando por falta de médicos. A situação não é muito diferente dos hospitais do interior. O Hospital Regional de Cacoal e a Unidade de Pronto Atendimento estão 100% lotados e para que o hospital de Campanha da cidade possa operar é necessário no mínimo cinco médicos, além de equipamentos.

Em Ji-Paraná os 10 leitos de UTI estão fechados por falta de médicos e medicamentos. Os hospitais particulares não estão recebendo novos pacientes por falta de oxigênio na cidade.

“É inadmissível aceitar que enquanto as pessoas estão morrendo por falta de leitos e atendimento nos hospitais dos municípios do interior, no CERO em Porto Velho existam 18 leitos de UTI e 23 leitos clínicos montados e vazios por falta de médicos”, declarou Jaqueline Cassol.

INSUMOS – A deputada informou ao governo que solicitou ao Ministério da Saúde através do Ofício Nº025/2021 de 18/01/2021 o envio urgente de profissionais, medicamentos e equipamentos e a garantia do fornecimento de oxigênio.


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