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Publicado em Terça, 09 de Março de 2010 - 17h22

BOMBEIROS SEM ESCADA MAGIRUS

Walmir Miranda


Tem gente se fazendo de cega, propositadamente, e fingindo que nada está acontecendo em relação ao estrondoso crescimento vertical em Porto Velho e em diversos municípios do “interland” rondoniense.

O maior responsável por isso é o “boom” que ora sacode o setor da construção civil, por conta da construção das hidrelétricas do rio Madeira (Santo Antônio e Jirau). Também, pela falta de moradias para atender o crescimento populacional em Porto Velho, onde mais de três mil pessoas estão chegando, mensalmente, vindas de todas as partes do País, atraídas pelas oportunidades de negócios que estão surgindo e permeando Rondônia de ponta a ponta.

Para se ter uma melhor compreensão sobre o assunto, atualmente estão em construção mais de sessenta (60) edifícios na Capital rondoniense. Todos com mais de seis andares. Alguns edifícios ultrapassam os vinte andares. Ou seja, já temos por aqui edifícios com mais de 60 metros de altura.

Porém, apesar dessa realidade que está estampada diante dos olhos de todos, os canais competentes continuam não dotando o Corpo de Bombeiro Militar de Rondônia de um caminhão equipado com uma Escada Magirus, para, em havendo necessidade, combater com maior probabilidade de êxito os sinistros de incêndios em edificações com mais de quinze metros de altura.

BOMBEIROS SEM ESCADA MAGIRUS (2)

A coisa, portanto, é mais grave do que se possa imaginar. Está em jogo o grande risco de se ter que chorar além de grandes prejuízos materiais, a perda de vidas de inocentes.

Sim. Porque os sinistros de incêndio podem ocorrer por descargas elétricas da natureza, por curto-circuito (nas edificações ou na rede elétrica), por falha humana, negligência e imperícia, também.

É óbvio que ninguém deseja ver um estabelecimento comercial ou residencial, - estejam eles onde estiverem -, ardendo em chamas e seus moradores em pânico total, como já se viu acontecer em tantas e tantas cidades brasileiras.

Porém, é melhor prevenir do que remediar.

Entende-se assim, sobre Porto Velho, porque se ocorrer um incêndio em algum prédio com mais de quatro andares e as pessoas ficarem isoladas na parte superior da edificação, se estará diante de uma catástrofe de proporções incalculáveis. Ou não?

É que o Corpo de Bombeiros não possui um caminhão equipado com Escada Magirus. E pelo visto, isso é coisa que continua sendo deixada de lado... Talvez porque uma Escada Magirus não dê votos.

BOMBEIROS SEM ESCADA MAGIRUS (3)

Também é bom lembrar que, Porto Velho possui mais de 400.000 habitantes. Mais de 100 bairros. Mais de 250.000 eleitores. Uma frota com mais de 130.000 veículos. Mais de 150.000 bicicletas, e incontáveis trechos de difícil acessibilidade por um caminhão do Corpo de Bombeiros.

Outra coisa: os “canais competentes” devem se debruçar sobre essa questão, antes que seja tarde de mais. Antes que a tristeza e o luto tomem conta da coletividade por conta desse indesejável descaso para com o Corpo de Bombeiro Militar, que possui pessoal bem treinado e preparado para cumprir com o seu mister profissional, mas de nada adiantará isso, se eles não tiverem os equipamentos indispensáveis a debelação de um incêndio de grandes proporções. E um caminhão com uma Escada Magirus, portanto, é algo indispensável para situações dessa natureza.

Daí a pergunta que não quer calar: um caminhão de combate a incêndio com uma Escada Magirus é muito caro?
É óbvio que sim. É o que se pode responder imediatamente. Porém, qual é o valor de uma vida humana? Ou muitas vidas humanas, principalmente se estas forem de inocentes?

É disso que estamos falando. Não dar mais para aceitar esse descaso com o Corpo de Bombeiro Militar, e muito menos com a população portovelhense, assim como, com a população interiorana. O governo federal, o governo estadual, o governo municipal e o empresariado devem se unir para resolver essa questão que é algo prioritário para a coletividade, ou seja, entregar aos Bombeiros, o mais urgente possível, um caminhão equipado com uma moderna Escada Magirus.

Chega de protelações. Chega de empurra-empurra. Chega de enrolação. Chega de desculpas esfarrapadas em relação ao assunto.

A colocação está sendo feita em prol do bem estar geral da coletividade. Aliás, está faltando que algum político de visão também encampe está idéia. Também pelo fato que o equipamento mencionado pode ser comprado através de pagamento parcelado.
Voltaremos ao assunto. 

CASSOL E A SUCESSÃO ESTADUAL (1)

A oposição continua se articulando com vistas a “destronar” o governador Ivo Cassol e seus parceiros políticos do poder, ou seja, do controle administrativo do Estado.

Isso está bem claro com a subdivisão da própria oposição, na disputa pelo governo. PT e PMDB já definiram que, no primeiro turno terão candidaturas próprias (Eduardo Valverde e Confúcio Moura). E, no caso de ocorrer segundo turno, se unem como sempre fizeram nos últimos pleitos.

Só está faltando a confirmação da candidatura de Acir Gurgacz (PDT) ao mais importante cargo político de Rondônia: o de governador. Comentários dão conta que isso está praticamente decidido, pois Acir, após se tornar senador da República ao “tomar” a vaga de Expedito Júnior (PSDB), continua acalentando o sonho de se tornar governador.

Por seu turno, Cassol e possíveis aliados, já deixaram bem claro que João Cahúlla (PPS) e Expedito Júnior (PSDB) também disputarão, em separado, a sucessão estadual em outubro próximo.

Mas o pessoal do PPS e do PP agora passaram a conviver com a expectativa de que, Expedito Júnior (PSDB), em havendo segundo turno entre o candidato apoiado por Ivo Cassol e um da oposição venha a somar com a oposição. Aí para muitos, seria muito grande a probabilidade da oposição eleger o futuro governador de Rondônia.
E por que muitos estariam pensando assim?

Porque o candidato de Ivo Cassol (PP) teria de enfrentar nas urnas PT, PMDB, PDT e PSDB, além de outras siglas de dirigentes partidários que sempre “acompanham à sombra deixada pelas nuvens políticas no Estado”.

CASSOL E A SUCESSÃO ESTADUAL (2)

Mas também existem aqueles que dizem que, se houver segundo turno, João Cahúlla (PPS) poderá ter para apoiá-lo partidos importantes como: PP (de Ivo Cassol), PTB (de Nilton Capixaba), PSDC (de Neodi Oliveira), PTN (de Testone e Luiz Cláudio), PSL (de Odacir Soares) e, (quem sabe) PSDB (de Expedito Júnior) e DEM (de José Bianco).

Como se observa, são conjecturas bem interessantes, embora muita água ainda vá passar por debaixo dessa ponte, como dizem os especialistas na política tupiniquim.
Um dos indicadores disso é formação de nominatas fortíssimas que o governador Ivo Cassol já está articulando com vistas a Assembléia Legislativa e a Câmara Federal.

Para a Assembléia é voz corrente no Estado que o PP poderá ter políticos do calibre de: Lúcia Tereza (prefeita de Espigão D´Oeste), Tiziu Jidalías (deputado estadual e forte liderança na região de Ariquemes), Jacques Testoni (irmão de Alex Testoni, prefeito de Ouro Preto D´Oeste), Maurão de Carvalho (deputado estadual), Camurça (empresário e ex-prefeito de Porto Velho), Fernando Prado (Grupo Uniron), Guilherme Erse, além de outros.

DENGUE

É louvável o esforço que o governo e as prefeituras estão fazendo no sentido de deter a proliferação do mosquito da dengue (Aedes Aegypiti).

O Ministério Público acertou em cheio em somar com essa mobilização, vez que, somente nos primeiros meses do ano, já se registraram mais de 10.000 casos de dengue em Rondônia, e 17 pessoas foram a óbito vítimas da dengue hemorrágica que é o tipo mais perigoso dessa doença.

Vale lembrar que, em 2010, o Estado de Rondônia registrou milhares de casos de dengue. Apesar disso, muitas pessoas continuam não limpando os seus quintais e deixando vasilhas diversas com água estagnada dentro de casa. Com isso possibilitam a formação de focos da doença que continua se alastrando por todo o País.
Os canais competentes estão cobertos de razão. Quem não abrir suas casas e quintais para averiguação dos órgãos envolvidos com essa mobilização deve ser conduzido à polícia, para responder pela sua irresponsabilidade, principalmente, por estar colocando em risco a saúde e a vida dos transeuntes.    

MESTIÇO BRASIL – O NOVO POINT DA CAPITAL

Está caindo no gosto dos portovelhenses o novo “point” do forró e pagode: Mestiço Brasil. O local amplo e arejado que conta com a animação das bandas “Cobras do Forró” e “Piolho de Cobra” fica localizado na estrada de acesso ao Parque Florestal (prolongamento da Av. Rio Madeira), com uma ampla área de estacionamento (interno).
Todos estão sendo convidados pelo maestro Zezinho e pelo Edmilson a prestigiarem o “Mestiço Brasil”.
   
ATÉ A PRÓXIMA, PREZADOS LEITORES !!!

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