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Publicado em Terça, 06 de Outubro de 2009 - 18h41

Assediado por PMDB e PP, César Cassol prefere ficar no PSDB

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Noiva predileta

O empresário César Cassol foi muito assediado nas últimas semanas para mudar de partido e firmar uma composição política para as eleições de 2010. O senador Valdir Raupp (PMDB) ofereceu a vaga de vice na futura chapa encabeçada pelo prefeito de Ariquemes, Confúcio Moura (PMDB ), em troca do passe de César Cassol. Em encontro no Hotel Vila Rica, o irmão do governador balançou com as investidas de Raupp, mas foi aconselhado por amigos próximos a desistir da idéia porque o empresário corria o sério risco de ficar isolado nas fileiras peemedebistas, como já aconteceu com outras lideranças, a exemplo do empresário Fernando Prado.

Balcão de negócios

Quando soube do assédio de Raupp a César Cassol, o governador Ivo Cassol (PP) chamou o irmão e ofereceu, além de espaço no PP para disputar uma cadeira à Câmara Federal, a direção geral do Departamento de Estradas de Rodagens (DER), hoje com o técnico Jacques Albagli. César Cassol lembrou como ele e sua equipe foram tratados quando da substituição no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e preferiu ficar no PSDB e aguardar os rumos a serem definidos pelo senador Expedito Junior (PSDB-RO).

Ledo engano

Como a classe política inteira sabe, César Cassol também colocou na balança o apoio incondicional do governador Ivo Cassol (PP) à candidatura da irmã, Jaqueline Cassol, à Assembléia Legislativa. Não se engane quem pensa que os candidatos do PP a ALE serão tratados com igualdade. Jaqueline Cassol é predileta da família para o cargo e o resto será tratado como ‘escadinha’. O governador criou uma secretaria especial para a irmã e deu carta branca para ela mandar e desmandar no Detran. Curioso que agora nos encontros promovidos pela autarquia quem aparece é Jaqueline Cassol e não Joarez Jardim, ofuscado pelo brilho da irmã do governador.

Sepultado

Decisão da Mesa Diretora da Assembléia Legislativa acaba com a Fundação Estadual de Rondônia (Fundaron). Uma das primeiras ações foi a demissão de todo quadro do órgão publicada no Diário Oficial do dia 1º de outubro. Cada ocupante de cargo de confiança recebia entre R$ 5 mil a R$ 8 mil e a desculpa da presidência da Casa foi o aumento com despesa com pessoal, infringindo os percentuais da Lei de Responsabilidade Fiscal. Veja quem está na rua a partir do dia 1º:

Ségio de Souza Primo
Samia Ferreira da Silva
Mario Pasini Neto
Verdiomar Nonato de Arruda
Andréia Souza Braga
Salomão de França Piahuy
Tânia Madeiros de Castro
Ronaldo Borges Baylão
Carla Cristiane Nina Palitot

Agora falta só o presidente da Fundaron, Jones Medanha, também deixar o cargo.

Nova Assembléia

Com aval doTribunal de Contas de Rondônia, dessa vez a licitação da empresa que construirá o prédio da assembléia Legislativa deve acontecer sem percalços. O certame foi cancelado por várias vezes. Numa das reuniões da Mesa Diretora, causou grande desconforto entre os parlamentares acusações de falhas no edital. A licitação está marcada para o dia 3 de novembro próximo.

Gastos extras

Custaram R$ 298 mil os gastos extras da Assembléia Legislativa com sessões não regimentais realizadas nos últimos 10 meses. A maioria das extraordinárias foi convocada para apreciar projetos de interesse do Poder Executivo e que poderiam esperar o retorno do recesso parlamentar.

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