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Publicado em Sábado, 24 de Janeiro de 2009 - 13h31

BLOG DA AMAZÔNIA - “Homem que gosta de mulher está em extinção”, diz escritor amazonense - Por Altino Machado

Altino Machado


Simão Pessoa faz defesa da minoria heterossexual convicta
O escritor amazonense Simão Pessoa lança hoje em Rio Branco (AC) o despudorado e provocador Alô, Doçura! – Os protocolos secretos da AMOAL, que poderia ter como subtítulo Guia do Politicamente Incorreto, capaz de excitar o leitor, irritá-lo e gerar gargalhadas. AMOAL é a sigla de Antiga e Mística Ordem dos Abatedores de Lebres.

Logo no começo da apresentação do livro, o poeta Zemaria Pinto adverte que Alô, doçura! não é propriamente um livro, mas uma “suma simoniana”. “E aqui utilizo suma no sentido escatológico, e não teológico, entendo-se escatologia no seu sentido teológico-axial. Quer dizer: sacanagem pouca é bobagem”.

- Nós, os homens que gostamos de mulheres, somos animais em extinção, a exemplo dos dinossauros. Este livro é um chamamento para a resistência masculina. Nós temos que nos defender dos homossexuais, dos tribufus, das mocréias - explica Simão Pessoa na entrevista exclusiva ao Blog da Amazônia.

Assista ao vídeo da entrevista com Simão Pessoa

Jornalista e publicitário, autor do Manual do Canalha e do Manual do Espada, Simão Pessoa considera Alô, Doçura! uma mistura tropical de escabrosidades típicas de um Marquês de Sade com o humor irreverente do inglês Jonathan Swift, onde traça uma rota que começa em Lemúria e Atlântida e chega aos dias atuais para mostrar que o machão das antigas está mais vivo do que nunca.

- É um protesto contra essa sociedade comum de dois gêneros que a midia quer nos fazer acreditar. Queremos defender a minoria em que se transformou o heterossexual convicto. Nesse campo, eles (os homossesuxais), as lésbicas, as feministas… Todas essas coisas que tentam atrapalhar a relação homem-mulher, para nós são inimigos - acrecenta o escritor.

Dia do Evangélico
O lançamento de Alô, Doçura! coincide com uma efeméride prosaica - o feriado estadual pelo Dia do Evangélico, instituído em 2004 pelo então governador petista Jorge Viana, que sancionou projeto aprovado pela Assembléia Legislativa, de autoria do deputado Helder Paiva.

- A aprovação da lei criadora do Dia do Evangélico é mais uma demonstração de que o trabalho desenvolvido pelos deputados acreanos visa beneficiar toda a população, independentemente de cor, raça, orientação sexual ou mesmo da religião - argumentava a mensagem do Legislativo na ocasião.

No Dia do Evangélico. escolas, repartições públicas, bancos e até as igrejas permanecem fechadas. A maioria dos fiéis fica em suas casas ou se desloca para as “colônias”, como são conhecidas as pequenas propriedades rurais no entorno da capital do Estado.

Mas o autor de Alô, doçura! estará, a partir das 19 horas, tomando uísque e autografando na inaguração da Net House (bar, café e livraria), na Av. Getúlio Vargas, 1.666, no bairro do Bosque. É a única opção cult e pagã da cidade neste Dia do Evangélico.



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