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Publicado em Segunda, 29 de Junho de 2009 - 18h12

Eleições indiretas com qualquer candidato é um dos temas da coluna

RONDONIAGORA



Crise no PP

Quando tudo parecia caminhar para fechamento tranqüilo, o ex-deputado Agnaldo Muniz impetrou uma cautelar na Justiça comum para impedir a desconstituição do Partido Progressista (PP). Na quinta-feira passada na residência do governador Ivo Cassol (sem partido), Agnaldo selou o acordo, contentando-se com a dobradinha ao Senado e a indicação da metade dos membros da nova executiva. Bastou o final de semana para o ex-parlamentar mudar de idéia e agora exigir um novo posicionamento do governador. Segundo Agnaldo, as “bases” não gostaram da idéia de ter Ivo Cassol na presidência do PP. De qualquer sorte, Cassol engrossar as fileiras progressistas nesta terça-feira, dia 30, pelo menos é o que confirma o Palácio Presidente Vargas.


Cima pra baixo

Se houver uma disputa interna, o histórico dos partidos dá ligeira vantagem ao grupo cassolista. Quem não lembra do golpe no antigo PFL do ex-senador Odacir Soares? José Bianco, Oscar Andrade e Silvernani Santos enxotaram o “raposão” das fileiras do pefelê e acabaram formando uma chapa forte para o Governo em 1.999. Esperto, Odacir tomou o PTB do empresário Chagas Neto. O próprio PP nas mãos do ex-deputado Carlinhos Camurça também foi tomado pelo ex-deputado Natanael Silva, que concorreu ao Governo pela sigla em 2003. 
 

Dois pesos...

Vem de Caldas Novas (GO) um dos exemplos dos julgados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a perda do mandato eletivo por compra de votos e a convocação de eleições indiretas. Em 2007, 10 vereadores escolheram entre três candidatos o novo prefeito; e detalhe os concorrentes foram escolhidos em convenção partidária e nenhum era vereador. Depois do julgamento do governador do Tocantins, a mídia começou a especular sobre o possível sucessor do governador Cassol, caso seja julgada procedente a ação no TSE.


Movimentação

A história atiçou as lideranças e os políticos profissionais de Rondônia. Na Assembléia Legislativa, criou-se um movimento para impedir que pessoas sem um passado adequado não venha a ser aprovado pelo Parlamento. Mas quando se trata de política, tudo é possível...


Ganhando fôlego

Enquanto os adversários fazem até vodu, o governador Ivo Cassol (sem partido) está animado com a recepção do eleitorado no interior do Estado. No final de semana foi recebido com um desfile com dezenas de taxistas que estão brigando pela aprovação da lotação intermunicipal, o que prejudica as finanças da Eucatur, que detém o monopólio das linhas de ônibus. A exemplo dos mototaxistas, Cassol apóia o transporte alternativo. Na aba de Cassol, Tiziu Jidalias, Expedito Junior e o presidente da Assembléia, Neodi Carlos Oliveira.


Sem grana

É comum ouvir nas reuniões dos dirigentes do PMDB a reclamação generalizada por falta de dinheiro para campanha. Sueli Aragão diz que não tem caixa e pretende concorrer a eleição para Assembléia Legislativa. Confúcio Moura, apesar do entusiasmo, é outro que diz que não tem um “tostão” furado para concorrer ao Governo. Se Marinha Raupp não topar, a candidatura do PMDB ao Palácio Presidente Vargas deve sobrar para Melki Donadon, que nunca escondeu o que tem, ou ir a reboque do “novo” PT.


Desceu a lenha

O ex-prefeito de Porto Velho, Carlinhos Camurça (PMDB), não poupou críticas a gestão do prefeito Roberto Sobrinho (PT). Camurça até comparou os números das duas administrações. Enquanto tinha R$ 14 milhões para investimentos, segundo ele, Roberto só fala em R$ 600 milhões, mas Carlinhos diz que não vê esses recursos empregados no desenvolvimento da cidade. O ex-prefeito, que teve suas contas aprovados pelo Tribunal de Contas, quebrou um acordo de cavalheiros. Roberto, PT e Cia prometeram não tirar os “esqueletos do armário” da gestão passada. Mas depois do TCE aprovar todas as suas contas (6 anos de gestão), ele promete ir a imprensa e aumentar seu tom contra Roberto. E o mais grave é que Carlinhos é filiado ao mesmo partido do vice-prefeito que não manda em nada Emerson Castro.


Luta livre

Por falar na prefeitura, a coluna recebeu e-mail do jornalista Aldrin William denunciando a  agressão do secretário Jair Ramires contra seu pai, jornalista Gessy Taborda, quando este se preparava para colocar uma placa protestando contra a terceira paralisação das obras da Avenida Caula. Diz o e-mail que Ramires ficou mais possesso ainda quando foi lembrado do caso das gramas.


Verba indenizatória

É no mínimo curioso o ramo da empresa com a razão social HITECH SERVIÇOS DE TELEINFORMÁTICA LTDA. Pelo nome imagina-se tratar de uma firma de prestação de serviços de informática (digitação, manutenção e até venda de computadores), mas não é. Pelo depósito feito a essa empresa pelo gabinete da senadora Fátima Cleide (PT-RO) a título da verba indenizatória, os recursos foram reembolsados a parlamentar por despesas de combustível, hospedagem e alimentação. A Nota Fiscal chegou ao valor de R$ 4.500,00.


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