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Publicado em Sábado, 09 de Julho de 2016 - 13h06

Grupo estuda implantar misturadora de adubo em Porto Velho

Da Redacao


Após visitas ao Rio Grande do Sul e Paraná em busca de apoio para o agronegócio rondoniense, o vice-governador Daniel Pereira garantiu que a implantação de uma misturadora de adubo em Porto Velho já está em estudos por parte da empresa Fertipar, forte distribuidora do produto no estado.  Daniel, Basílio Leandro Oliveira da Superintendência de Desenvolvimento, e o secretário de Agricultura, Evandro Padovani, estiveram reunidos com o diretor da Fertipar, Alceu Feldman, que mostrou interesse em investir na misturadora. Além de uma filial em Vilhena, Alceu mantém 25 mil hectares de soja e outros 18 mil de milho plantados em Rondônia, além de engordar 60 mil bois por ano. “É uma pessoa com grandes investimentos no estado e que pode nos ajudar a investir nesse projeto”, explicou Daniel.

Os produtores de Rondônia tem uma demanda de 140 mil toneladas de adubo por ano para o plantio de diversas culturas sobretudo a soja e o milho. Até o ano passado, os agricultores estavam comprando o produto no Paraná e no Rio Grande do Sul pagando R$ 250 de frete por tonelada. A ideia é o governo ceder uma área e conceder isenções tributárias para misturadora ser instalada em Porto Velho. Isso significa mais dinheiro no bolso do produtor, avalia Daniel Pereira. A situação já foi amenizada com a redução da alíquota tributária dos fertilizantes do Mato Grosso. Graças ao trabalho do próprio vice-governador e do secretário Padovani junto ao governador Pedro Taques, a Assembleia Legislativa do Mato Grosso reduziu de 8,4% para 2,1% até mais barato que o Rio Grande e o Paraná que praticam a alíquota de 2,8%.

Traduzido em números, Daniel avalia que é uma grande conquista para os agricultores do estado. Um produtor de Vilhena pagava R$ 250 para trazer a tonelada de adubo do Rio Grande do Sul. O mesmo adubo em Rondonópolis (MT) o frete vai custar R$ 100. Como a demanda é de 140 mil toneladas, cerca de R$ 2,1 milhões serão economizados só com o frete após essas mudanças no Mato Grosso. “Mas nós queremos mais. Nossa meta é trazer uma misturadora para Porto Velho. Um produtor de Vilhena poderá mandar a soja para o porto da capital e retornar com o caminhão cheio de adubo. Hoje o caminhão retorna vazio”, esclareceu o vice-governador.


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