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Publicado em Quinta, 27 de Março de 2014 - 10h39

Incógnita

Gessi Taborda


Incógnita

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Fui indagado ontem sobre o personagem batizado como Prefeito Ali-Babá ser ou não ser candidato nas eleições desse ano. Bem, o processo eleitoral em nosso país é como o futebol: uma caixinha de surpresas. Sei de uma coisa: o antecessor de Mauro Nazif está entre os políticos mais acionados, por meio de inquéritos, ações civis e criminais na história política do município de Porto Velho. E a Justiça, como se sabe, peca pela morosidade. Não vejo condições de Bob Ali-Babá ser candidato a coisa alguma. E difícil saber, em função das maracutaias registradas em sua gestão, como será seu futuro. Certamente se ele for uma pessoa prática deverá estar gastando integralmente seu tempo no acompanhamento de seus processos e não correndo atrás de votos. Não creio que esse personagem tem como justificar a m* que foi seu longo tempo na (suposta) gestão municipal. Mas é preciso lembrar que em Rondônia o eleitorado manteve no poder por vários mandatos, gente como os Donadons, até que a Justiça decidiu colocá-los na cadeia.

FAZENDO FESTA

O staff do macunaímico prefeito de Porto Velho, Mauro Nazif, está respirando aliviado e pode até fazer festa diante da composição definida na Câmara Municipal para a (Ra!Ra!Ra!Ra!) a Comissão de Investigação do lamentável burgomestre portovelhense. Todos os vereadores escolhidos fazem parte da base de sustentação do prefeito. São vereadores que não viram nem mesmo motivo para a abertura de uma CPI para investigar denúncias contra essa (suposta) gestão. Ontem um tititi espalhava que um desses vereadores já está pronto para apresentar uma moção de aplauso o staff nazifiano, dentro dessa praxe de que tudo pode muito tem acabar em samba ou pizza.
É triste ver que nem a prisão de alguns vereadores conseguiu promover qualquer mudança na postura daquela casa, de sempre dizer amém a quem tem a chave do cofre.

NÃO ACREDITO

Ontem ouvi um bizu estarrecedor no corredor da Assembleia Legislativa. Como temos um zeloso Ministério Público Federal atuando em Rondônia, achei difícil acreditar. Talvez o diz-que-diz seja um derivativo da noticio de que em Ji-Paraná corre uma investigação sobre descaminhos na questão da merenda escolar. Não acredito nessa conversa de superfaturamento na merenda escolar em Porto Velho. O ex-deputado e atual prefeito Mauro Nazif, pelo seu passado de “homem probo” não permitiria isso. O dr. Mauro pode até se transformar no pior político da cidade, mas certamente não correria os riscos que pipocam em casos de malfeitos com a merenda escolar. Por via das dúvidas, certamente o MPF não vai deixar de passar um pente fino nesse quiproquó.

LEITOR

Jairo Medeiros Estevão se identifica como leitor da coluna. Pede que voltemos novamente ao enfoque das ruas e avenidas da cidade, especialmente por acreditar que a situação ficará muito pior depois “que o rio Madeira baixar”. Diz ele: se antes das chuvas e da enchente já era natural a má conservação e manutenção das ruas de Porto Velho, o que nos espera após o fim das alagações e do período chuvoso? Eu não conheço UMA rua da cidade em que o asfalto não esteja todo esburacado ou com remendos mal feitos. Quando não é buraco, é calombo. Eu já perdi a conta de quantas vezes tive que levar meu veiculo (motocicleta) pra reapertar o guidão, e outras porcas e parafusos, graças a esse terreno acidentado que mais lembra um planeta atacado por meteoritos. Qual a dificuldade em se fazer um serviço de manutenção à altura dos impostos pagos? Isso sem falar nos fios pendurados e abandonados em várias ruas.

SEM OBRIGAÇÃO

O Procurador Regional Eleitoral Reginaldo Trindade, não concorda com a exigência da apresentação de quitação do serviço militar, por parte de índios, para o fornecimento de Título Eleitoral. “Os índios não são obrigados a servir o Exército”, afirmou Trindade.
O TRE e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) possuem normas que exigem a quitação militar baseadas no Estatuto do Índio, Lei nº 6.001/73, que estabelece a diferenciação entre indígenas integrados, isolados ou em vias de integração. No entanto, a Constituição Federal garante o direito à igualdade entre eles e, portanto, a distinção feita no Estatuto do Índio é inconstitucional.

O DA CUECA

Zequinha Araújo, o deputado pego em operações de combate à corrupção com dinheiro escondido na cueca, foi quem na sessão de ontem (para um plenário vazio) avalizou positivamente o governador Confúcio, garantindo que ele “está dando apoio à segurança pública no combate à criminalidade”. Ah! Então deve ser por isso que nunca se matou, estuprou e se roubou tanto em Rondônia...

DECISÃO DIVINA

O deputado Maurão de Carvalho, vice-presidente da Assembleia Legislativa, não perdeu a animação de disputar o governo rondoniense. O deputado nasceu para a vida pública com o apoio de seus companheiros evangélicos. Maurão é pastor da Assembleia de Deus. Não é político com perfil de oposição, mas crê numa caminhada vitoriosa para enfrentar o candidato chapa-branca (Confúcio) por estar convicto de que “o próximo governador será escolhido pela vontade de Deus” e, claro, ele seria o ungido.

É PRECISO RENUNCIAR


Não basta estar afastado do cargo de prefeito para ter o direito de se candidatar nas eleições de 2014. Isso significa que se Alex Testoni tiver o verdadeiro interesse em submeter seu nome à aprovação da convenção partidária para obter uma candidatura de governador ou senador, terá de se desincompatibilizar (renunciar) ao cargo de prefeito de Ouro Preto até o próximo dia 4. Naquela cidade ninguém garante que isso vá acontecer.

TENDÊNCIA

O governo do filósofo caipira de Ariquemes vai terminar de forma melancólica. Só ganha a eleição (saindo candidato) se vencer no primeiro turno, o que, convenhamos, não é pouca coisa. E nem falo aqui dos casos divulgados dos milhões desviados, da farra da publicidade, etc. Além da falta de zelo pelo dinheiro público (reconhecida na afirmação feita aos líderes sindicais do Sintero, de que não há dinheiro para garantir pagamento de gratificações ao pessoal do magistério), a incompetência política e de gestão também fez sérios estragos na vida pública de Confúcio.  Afinal, é bom não esquecer, o atual governo procurou manter a renúncia fiscal favorecendo gigantes, como o consórcio das usinas. Não dá para saber se num novo mandato Confúcio, o governo estará cheio de gente pronta a usar novamente os cargos para negócios e perseguições.


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