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Publicado em Segunda, 07 de Janeiro de 2008 - 13h17

Na Boca do Povo - por Walmir Miranda

Walmir Miranda


PRAÇAS (1)A população de Porto Velho não é cega para não ver que, efetivamente, algumas obras já foram e outras estão sendo realizadas em algumas praças públicas. Isso, por exemplo, já aconteceu em relação a “Praça Bola Sete”, que ocupa um espaço físico de pouco mais de 30m X 50m, ou seja: 1.500m2, por atrás do conhecido “Chopp do Quatro”. E, “Praça das Caixas Dágua”, no bairro do Caiarí. Nesta última a prefeitura gastou quase R$ 300.000,00. Vale lembrar que nas periferias algumas coisas já foram feitas, porém, não estão contentando a população.

PRAÇAS (2)

E por que a população não está satisfeita, em relação às obras realizadas nas praças públicas da Capital?
Simples de responder.
Referidos logradouros não dispõem de áreas específicas para lanchonetes, parquinhos para as crianças, passeios exclusivos para pedestres, coretos, banheiros químicos, áreas para praças de alimentação (daí a balbúrdia que se estabeleceu em todas elas e, por isso, os quiosques estão espalhados por toda parte).

PRAÇAS (3)

A população está reclamando. Apesar de reconhecer que algo já foi feito para melhorar o visual de algumas poucas praças da Capital. Mas é preciso considerar que, esta mesma população quer praças bem iluminadas, jardins, fontes luminosas, áreas bem elaboradas para circulação de pessoas, praças de alimentação, bares, lanchonetes, brinquedos para as crianças, higiene permanente, mictórios, assim como a presença da polícia para dar segurança aos transeuntes.

PRAÇAS (4)

Não é só isso, não.
A população gostaria que a prefeitura municipal através de sua pasta específica, possibilitasse a realização de atividades artísticas e culturais, dentro de um calendário pré-estabelecido, de sorte a garantir a revelação dos talentos nativos aqui existentes, assim como, que outros tantos, nesses logradouros pudessem exibir o fruto do seu trabalho.
Aí sim, as nossas praças estariam à altura de uma Capital de Estado e a administração municipal receberia, certamente, elogios merecidos da população. Entretanto, a forma como esse trabalho está sendo feito não esta alcançando esse objetivo.
Detalhe: Porto Velho, apesar de ter mais de 100 (cem) bairros) e uma população superior a 350.000 habitantes tem pouco mais de 20 (vinte) praças públicas. E cuja maioria está entregue às traças, ou seja, “a casa da mãe Joana”, servindo de “pontos” de venda e consumo drogas alucinógenas, acertos de “programas sexuais e libidinagem”, além da combinação de “paradas” entre marginais contra cidadãos de bem.
Registros policiais provam isso, claramente.
Será que o poder público não está percebendo isso?
É a pergunta que não quer calar.

CASSOL (1)

Prosseguindo com o seu árduo trabalho à frente da máquina executiva estadual o governador Ivo Cassol acaba de marcar outro “tento” positivo e que, certamente, lhe renderá grande dividendos políticos: decretou a moratória do Estado contra o governo federal em relação a dívida do ex-Beron.

CASSOL (2)

Como a população já tomou conhecimento o Senado Federal, graças ao grande trabalho do senador Expedito Júnior (PR-RO), suspendeu a dívida do Estado, relativa ao ex-Beron, que vinha consumindo R$ 12 milhões mensalmente. As parcelas eram descontadas pelo governo federal quando do repasse das cotas do Fundo de Participação dos Estados (FPE), ou seja, na “boca do caixa”.
Corajosamente, Cassol mandou avisar que “Rondônia não se sujeitará à continuidade do pagamento daquela dívida, por entender que, o governo federal tem a obrigação de respeitar a decisão proferida pelo Senado da República, que reconheceu parecer o próprio Tribunal de Contas da União que apontou o Banco Central como responsável pelo aumento da dívida quando da administração temporária em ex-Beron”.
Vale lembrar que, a dívida, atualmente ronda a casa de R$ 1 bilhão.
Por atitudes como essa é que Ivo Cassol prossegue célere rumo a uma das duas cadeiras de Senador da República que estarão em disputa nas eleições majoritárias de 2010.
REAJUSTE SALARIAL

A partir desta terça-feira (8), a Assembléia Legislativa estará discutindo e analisando em sessão extraordinária a proposta de REAJUSTE SALARIAL de cerca de 44.000 servidores estaduais. A proposta foi enviada pelo governador Ivo Cassol ao presidente da referida Casa de Leis, Neodi Carlos. A expectativa é das maiores no meio dos servidores estaduais, que estão há algum tempo sem receber reajuste em seus salários.
A situação parece que terá caminho menos espinhoso para ser percorrido, vez que, a Assembléia corrigiu o “privilégio” outrora existente para com o pessoal da Educação, que independente de qualquer percentual que viesse a ser concedido para as demais categorias funcionais do Estado, tinha assegurado mais 10% sobre o mesmo.
Explica-se: até o ano de 2007, se o governo concedesse 10% de reajuste salarial aos servidores estaduais, teria de conceder outros 10% a mais para o pessoal da Educação. Ato normativo nesse sentido havia sido aprovado em favor do pessoal da Educação no final da gestão do ex-presidente da ALE, Carlão de Oliveira. Porém, os deputados estaduais já corrigiram aquela distorção.
Doravante, o reajuste que for concedido terá efeito linear, ou seja, será igual para todos os estaduais. Portanto, sem privilegiar essa ou aquela categoria, dentro das possibilidades do Tesouro Estadual.

SEMUSA Vs. DESVIO DO SUS

Sob um clima de muita expectativa, também, a coletividade porto-velhense aguarda o relatório da Secretaria Municipal de Saúde. Nele a SEMUSA promete revelar como aconteceu o desvio de R$ 636.579,20 provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS), mediante o pagamento irregular de gratificações.
Pena que o prefeito Roberto Sobrinho não tenha revelado, em ocasião oportuna a opinião pública, esse “rombo” com o dinheiro do SUS. Se assim tivesse agido, certamente, teria ampliado a admiração de seguidores e fãs de sua administração.
A coisa veio a público através de outras fontes, lamentavelmente.
Porém, o que importa agora é se saber quem meteu à mão no dinheiro público e, quais os mecanismos ilegais que foram usados para beneficiar os “apaniguados” de quem tinha a obrigação de zelar pela grana proveniente do SUS, para atender a população com serviços de saúde, principalmente, os munícipes mais carentes.
INVASÕES Vs. ANO DE ELEIÇÕES

Mais uma vez está se registrando em Porto Velho, invasões de áreas de terras destinadas a projetos sociais. A coisa sempre se repete em ano de eleições, sejam elas minoritárias ou majoritárias.
Pessoas humildes são “usadas como massa de manobra” por espertalhões desinformados, que “incentivam” as invasões de terras alheias.
Depois, o que se vê é um cenário de dor e desespero daqueles que, na ânsia de obter um pedaço de terra para construir o seu barraco findam sendo expulsos (por Mandados Judiciais), e perdendo tudo o que ousam investir dentro das áreas invadidas. Os culpados deveriam ser colocados na cadeia.
Isso é uma vergonha.

REFAZ III Vs. PRORROGAÇÃO

É verdade, sim.
O governo do Estado de Rondônia decidiu prorrogar até o próximo dia 11, deste mês, o prazo para os empresários que estão em débito com a Receita estadual quitarem seus débitos, com direito a fazê-lo com descontos e de forma parcelada.
Confirmação nesse sentido é do secretário estadual de finanças, José Genaro.
Os interessados, portanto, devem dirigir-se a SEFIN, e fazerem uso dessa oportunidade de negociação com o governo através do REFAZ III.

ALAGAÇÕES

Certos pontos de Porto Velho, quando das chuvas torrenciais que têm caído nesta fase invernosa, têm ficado submersos. As águas também invadem residências e pontos comerciais sem dó, nem piedade. Os dejetos escatológicos ficam a deriva, sujeitando os transeuntes à toda sorte de doenças, principalmente as crianças.
Em algumas partes os lamaçais são imensos, que nem “urubu de chuteiras” passa.
Em outras, tem sapo morrendo afogado.
Nas periferias mais distantes a população parece e entregue à própria sorte.
Isso é uma vergonha.

ATÉ A PRÓXIMA, PRZADOS LEITORES !!!
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