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Publicado em Quinta, 26 de Janeiro de 2017 - 09h01

Os fuzis do Rio passam por nossas fronteiras abertas

da Redação


Os fuzis do Rio passam por nossas fronteiras abertas

Em um ano, apenas no Rio de Janeiro, onde o crime organizado concorre com o Governo para ver quem manda mais, nada menos do que 2.600 fuzis foram apreendidos nas mãos dos bandidos. Pode-se supor que apenas uma ínfima parte dessas armas pesadas e perigosas que estão com criminosos, acabam sendo pegas pela polícia. Quem sabe mais de 90 por cento não o foram e nunca serão. Ou seja, como uma conta dessas, outras 23 mil armas pesadas ainda estariam circulando apenas no Rio. Se colocarmos outras tantas em São Paulo e as que existem em outras regiões do Brasil, saberemos o tamanho do perigo que corremos. São armas automáticas de guerra, nas mãos do Exército do Crime. E onde entra Rondônia, nessa história? Entra na total falta de segurança das fronteiras com a Bolívia. Armas e drogas chegam livremente no país, por mais de 1.300 quilômetros de fronteiras desguarnecidas, como entram pelo Paraguai e vários outros países. Como só não fazemos fronteira com Chile e Equador, nos demais 13 mil quilômetros de fronteira que temos com nossos vizinhos, a maioria sem controle, as quadrilhas são abastecidas não só com imensos carregamentos de drogas, principalmente maconha e cocaína, como por armas poderosas. Armas como os famosos fuzis Kalashnikov e o mais conhecido deles, o AK-47, estão infestando as cidades com armamento pesado. Mas não é só. Também metralhadoras ponto 50, que podem até derrubar um avião, já foram encontradas nas mãos de quadrilheiros.

O governador Confúcio Moura e o secretário de segurança, coronel Caetano, já disseram com todas as letras, tanto ao Presidente Temer como à mídia nacional e local, que não adianta enxugar gelo nas questões da criminalidade e na crise dos presídios. Se não fiscalizarmos as fronteiras, impedindo a entrada de drogas e armas, que alimentam e municiam o crime organizado, nada resolverá a questão. A União faz ouvidos moucos. Sabe que precisa agir nessas regiões, mas há muitos anos promete e promete, mas muito pouco faz. Sem fechar nossas fronteiras aos bandidos, continuaremos vivendo sob o domínio do crime e do medo.

O DEMOCRATA DISFARÇADO

Como a coluna adiantou, o prefeito de Ariquemes, Thiago Flores, começa a enfrentar a fúria de gente ligada às minorias que não aceitam decisões das maiorias. Esse colunista também, através de comentários desairosos de um petralha disfarçado de democrata, que se acha grande coisa, mas que quem conhece, sabe quem é. O crime cometido? Do prefeito foi atender o clamor da sua comunidade e mandar retirar de livros do MEC, matérias de ensinamento sexual para crianças e temas como a famigerada diversidade de gênero e a diversidade familiar. Do colunista, concordar com o prefeito e a comunidade, abertamente, o que é considerado criminoso, ao contrário do advogado “democrata”, para quem só defende a democracia quem pensa igual a ele, que é um verdadeiro gênio, enquanto o resto é o resto.... É o mesmo advogado que nunca escreveu uma linha para denunciar a roubalheira dos seus colegas de partido, que destruíram o Brasil, e para quem é “fascista”, aquele que acha ruim que se ensine teorias sexuais a crianças. O causídico, que se considera profundo conhecedor de tudo, mas que é motivo de gozação, porque perde em todas as eleições das quais participa, não diz, contudo, que não só o Prefeito Thiago, como esse colunista, como 99 por cento dos brasileiros, não aceitam que se pratique esse atentado contra as crianças, nas escolas de Primeiro Grau. Ofender quem não pensa igual é pratica dessa gente. Mas, vindo de onde vêm, as agressões, elas soam como elogios.

A PAULEIRA COMEÇOU!

As primeiras duras críticas contra o prefeito Thiago Flores (como previu essa coluna), vieram de quem não merece respeito; de um parlamentar que entrou para a Câmara pela porta dos fundos e tem a ojeriza de grande parte da população brasileira, chamado Jean Willys. Mas o pior de tudo veio da OAB, através da Comissão Especial de Diversidade e Gênero, do Conselho Federal, criada ainda quando a entidade era “aparelhada”. Ignorando o democrático desejo dos pais e da grande maioria da coletividade de Ariquemes, que não querem nem ouvir falar no assunto, a Comissão, composta por três mulheres, emitiu uma “nota de repúdio” não só contra o Prefeito, como também contra os vereadores. Igualmente o Ministério Público, como esse jornalista previu no Papo de Redação da Rádio Parecis FM, entrou na jogada, contra os interesses da coletividade. É só o começo. Como foi escrito aqui e dito na rádio e na TV, a minoria que não manda mais no Brasil, não vai aceitar a democracia da maioria. Que se prepare o Prefeito!

DEVIAM É PAGAR!

O aumento da taxa de embarque no aeroporto de Porto Velho, para quase 30 reais por passageiro, não pareceria exagerado, caso o usuário tivesse algum benefício. Em primeiro lugar, o ar condicionado nas dependências do Jorge Teixeira é ridículo. Não há quem suporte o calor, naqueles dias em que o sol decide vir com tudo sobre a região. Afora isso, a estrutura de apoio é ruim. São poucos os pontos em que quem espera seu voo pode usar seu computador, por exemplo. O Wi FI não existe. Só para quem paga. Nem se fala nas filas sem fim, na hora de se fazer o check in, já que as companhias aéreas têm cada vez menos atendentes em solo. Tem mais: algum débil mental decidiu colocar vidro fumê na área em que se avista os aviões estacionados. À noite, ninguém vê nada no pátio. Deve ser o único aeroporto do mundo em que o usuário não pode ver as aeronaves. Por fim, os preços abusivos das bebidas e da alimentação fecham esse quadro dantesco. Deveriam é pagar pra gente usar um serviço tão ruim como esse. Mas nos cobram cada vez mais...

INCOMPETÊNCIA AO QUADRADO

O Dnit diz que não há risco, avisa que a empresa responsável vai corrigir os problemas na obra, mas não adiantou: a boataria sobre os perigos do novo viaduto do Trevo do Roque, que já apresenta problema menos de três meses depois de inaugurado, tomou conta das redes sociais e da Capital. Fotos abundam por todos os cantos, mostrando que já há problemas na estrutura; buracos onde deveria haver terra; lama onde deveria haver grama na área lateral de contenção. Obviamente que não é nada de tão grave, mas o que irrita é que se permita que uma obra recém entregue, inclusive com a presença do Ministro dos Transportes e vários políticos, tenha se deteriorado em tão pouco tempo. Do jeito que as coisas andam em Porto Velho, as obras aqui feitas deveriam é ter o triplo de cuidado, até pela demora absurda. Agora, o Dnit permite que se faça um carnaval dantesco, em torno do assunto. Pura incompetência!

“MAIS ATRAPALHA QUE AJUDA!”

O Processo Judicial Eletrônico (PJE), que surgiu como uma solução para facilitar a vida de advogados e magistrados, não funciona. As críticas vêm de todos os lados. Advogados já não aguentam mais a demora dos processos, via PJE. Agora, quem reclamou publicamente foi o juiz Leonardo Leite Mattos e Souza, da 1a Vara Cível de Rolim de Moura. Ele não poupou críticas ao sistema, num despacho recente. Entre as críticas, o magistrado diz que perdeu a paciência, ao constatar que “um processo sentenciado no começo de outubro de 2016 ainda não havia ido ao Cartório mais de dois meses depois "embora várias tentativas já tenham sido feitas". O PJE, sistema que surgiu como uma das grandes soluções para integrar e acelerar as decisões do Poder Judiciário, "mais atrapalha do que ajuda", segundo o juiz de Rolim de Moura. Muitos advogados aplaudiram a posição do magistrado, porque têm sido sistematicamente prejudicados.

O OUTRO LADO DA FESTA

As redes sociais e a mídia foram inundadas de fotos e textos em homenagem aos 102 anos de Porto Velho e à grande festa promovida pela Prefeitura, na Praça da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Foi mesmo um grande evento, eivado de sucesso, graças a um grande esforço da equipe do prefeito Hildon Chaves. A festança, liderada pelos secretários Antonio Ocampo, da Cultura e Ivonete Gomes, dos Esportes, a comemoração teve milhares de participantes. Pena que parte do público não entendeu a importância de manter a área limpa. Garrafas, copos, papel, restos de comida, tudo jogado nos jardins recém limpos pela Prefeitura, demonstraram que, de parte de muita gente, ainda falta educação e amor à sua cidade. Não adianta a Prefeitura se arrebentar para fazer as coisas bem feitas e a população, beneficiada, estragar tudo de novo. Pronto. Falei!

PERGUNTINHA

Você concorda ou não que o conselho que o Papa Francisco deu ao presidente Donald Trump de fazer um governo ético e voltado aos pobres, ele poderia dar também ao presidente de Cuba, Raul Castro e ao da Venezuela, Nicolás Maduro, entre outros na América Latina?


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