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Publicado em Quarta, 14 de Julho de 2021 - 15h09

Parlamentares pediram reembolso de R$ 1,3 milhão em despesas ao Congresso Nacional na pandemia de 2021

por Gérson Costa


Parlamentares pediram reembolso de R$ 1,3 milhão em despesas ao Congresso Nacional na pandemia de 2021

Dados públicos do “cotão parlamentar” revelaram o pedido de reembolso no valor de R$ 1.373.907,25 nos seis primeiros meses do ano feito pela bancada de Rondônia no Congresso Nacional. No Senado, os três representantes apresentaram notas fiscais com despesas de R$ 489.073,80 e na Câmara dos Deputados os 11 membros, outros R$ 884.833, 45. Os gastos reembolsáveis são regulamentados por ato próprio do Senado e da Câmara, e são aplicáveis a custos do parlamentar com Correios, combustível, passagens aéreas, divulgação, consultoria, alugueis de escritórios e segurança privada. As informações são públicas e qualquer pessoa pode acessá-las nas páginas da web do Senado e da Câmara Federal.

Melhor do que fazer comentário ou análise, o leitor julga por si os números:

ParlamentarReembolso
  
Acir GurgaczR$ 240.793,60
Marcos RogérioR$ 189.448,13
Confúcio MouraR$ 58.832,07
  
Coronel CrisóstomoR$ 216.794,10
Jaqueline CassolR$ 152.057,47
Lucio Mosquini-R$ 123.822,80
Silvia CristinaR$ 183.519,46
Expedito NettoR$ 80.530,73
Léo MoraesR$ 30.228,13
Mariana CarvalhoR$ 77.853,74
Mauro Nazif R$ 20.027,02

Projeto cria fundo para depósito das economias do “cotão parlamentar”

O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) apresentou projeto ao Congresso criando o Fundo de Aplicação das Economias Parlamentares (Faep) para financiamento de projetos destinados a educação, saúde e atenção a pessoas com deficiência intelectual e múltipla. A ideia é promover ações de cidadania com os recursos não utilizados do “cotão parlamentar”. Há casos como dos deputados Mauro Nazif (PSB) e Léo Moraes (Podemos) que preferem abster-se de utilizar cem por cento da verba indenizatória. Pelo projeto de Girão, essa economia iria direto para esse fundo para melhor utilização das economias. Mas até agora a matéria adormece na gaveta de algum burocrata do Senado.

Por falar em Léo Moraes, projeto do Podemos é o Senado ou Governo

Léo Moraes tem se posicionado firme em favor da sociedade, seja na discussão sobre as tarifas de energia ou no aumento abusivo do gás e dos combustíveis. Longe de temer repercussão negativa junto à base governista, Moraes pauta sua atuação em defesa dos mais vulneráveis. Campeão de votos nas últimas eleições para Câmara Federal, deixando para trás, inclusive sem mandato, algumas figuras tarimbadas do cenário político local, o parlamentar pensa em voos maiores. Não descarta disputar o Senado ou mesmo o Governo de Rondônia em 2022. A decisão depende de alianças partidárias e dos nomes que serão lançados pelas forças políticas. Moraes sabe, por exemplo, que uma peleja com o prefeito Hildon Chaves é perigosa, já que o prefeito ganhou duas vezes, a primeira em 2016 e a segunda em 2020, quando o parlamentar se aliou a ex-vereadora Cristiane Lopes no segundo turno das eleições municipais.

Hildon se consolida como líder, convoca a população e garante vacina

MacLuhan dizia em sua obra célebre: o meio é a mensagem. O fenômeno comunicacional foi comprovado na noite de sexta feira em Porto Velho. A prefeitura organizou uma mega operação no prédio do Relógio, atual sede administrativa, para receber as pessoas acima de 37 anos. Em dado momento, faltou público e sobrava vacina. Hildon tomou, então, a rédea da situação e, através das redes sociais, convocou a faixa 35+. Não deu outra. Uma multidão se aglomerou nas portas do Relógio. Como a vacinação iria se prolongar após a meia noite, o prefeito pediu apoio dos comerciantes para doar lanches aos voluntários. Mais uma vez a população atendeu e compareceu com dezenas de alimentos prontos para o pessoal de apoio. Hildon, definitivamente, consolidou se como líder absoluto de Porto Velho.

Internauta não perdoa Rocha e profetiza derrota nas urnas

Os escassos leitores da coluna anterior foram unânimes em profetizar uma eventual derrota do governador Marcos Rocha nas eleições do próximo ano. Ao comentar sobre a construção do HEURO, através de leilão na Bolsa de Valores, os leitores entendem que nem mesmo o novo pronto socorro salva um segundo mandato para o atual chefe do Executivo. Um dos comentários mais mordazes foi do leitor Joberdes Bonfim da Silva:

- “Este não ganha nem para inspetor de quarteirão”. Lembra-se, caro Joberdes, Marcos Rocha nunca se elegeu para nada até 2018. Exerceu os cargos de secretário municipal (Educação na gestão Nazif) e secretário estadual (Administração de Presídio na gestão Confúcio). Antes, o coronel ganhou visibilidade como diretor-geral do Colégio Militar. Ele venceu as eleições arrastado pela “onda” bolsonarista que varreu o país e espera um novo milagre no próximo ano. Já a leitora Mayre Gouve foi mais profunda em seu comentário:

- “Eu tenho um Deus todo-poderoso que não vai deixar no Governo de novo. Acordo povo, quantas pessoas morreram por falta de atendimento, esqueceram ? “

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