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Publicado em Sábado, 08 de Maio de 2010 - 11h41

Por que tanta blitz de trânsito na “Estrada do Parque Ecológico”?

Walmir Miranda


CALERIÃO POLÍTICO (1)

O cenário político rondoniense está em ebulição crescente. Nos bastidores os dirigentes de siglas partidárias e seus estrategistas de plantão “entabulam” formas e planos para obterem sucesso nas urnas em outubro vindouro.
As “apostas” estão á mesa.

Tem candidato ao governo que já está recebendo preferência da base de “três por um”, numa espécie de “barbada” a ser comemorada com “manjar dos deuses”.  Embora ainda seja muito cedo para isso, como dizem alguns articulistas políticos mais comedidos em suas análises.

CALDEIRÃO POLÍTICO (2)

Em meio a essa ebulição, já são sete, os candidatos à sucessão de Ivo Cassol, no governo de Rondônia.
São eles: João Cahúlla (PPS), Confúcio Moura (PMDB), Expedito Júnior (PSDB), Acir Gurgacz (PDT), Melki Donadon (PHS), Rosângela Cipriano (Psol) e Eduardo Valverde (PT).

CALDEIRÃO POLÍTICO (3)

Como o mês de outubro está às portas, as ilações sobre as possibilidades de cada um desses pretendentes são bastante diversificadas.

Porém, na realidade, somente quatro deles parecem ter realmente condições de alcançar o cargo político mais importante do Estado: governador.

João Cahulla (PPS) ancorado no reconhecido trabalho realizado por Ivo Cassol ao longo de seus dois mandatos, principalmente em se tratando de obras importantes como estradas, pontes de concreto, CPA, aeroportos (Ji-Paraná e Cacoal), hospital regional de Cacoal que levou 19 anos para ser concluído, dentre outras.
Expedito Júnior (PSDB) apoiado pela ressonância do bom trabalho que realizou no Congresso Nacional (como deputado federal e mais recentemente como senador da República), com destaque para a “ressurreição” da PEC da Transposição de cerca de 20.000 servidores estaduais para a União, e a regulamentação da profissão dos mototaxistas do Brasil.

Confúcio Moura (PMDB) apoiado pela força política de seu partido no Estado (um senador, dois deputados federais, três deputados estaduais, cinco ou seis prefeitos, dezenas de vereadores) e, também, por sua atuação exemplar como deputado federal e mais recentemente como prefeito do município de Ariquemes, cuja região concentra mais de 300.000 eleitores.

Eduardo Valverde (PT) que acredita na possibilidade de, pelo menos chegar ao segundo turno, ancorado nos milhões e milhões do PAC federal destinados a Rondônia, com destaque para a Prefeitura Municipal de Porto Velho, em sua atuação discretíssima na Câmara Federal e na militância petista que é uma das melhores no País e no Estado.

Nesse cenário, Melki Donadon (PHS), Acir Gurgacz (PDT) e Rosângela Cipriano (Psol) aparecem como meros coadjuvantes, que enquanto a campanha durar estarão sob as luzes da Ribalta. Portanto, com pouquíssimas chances de se eleger governador ou governadora.

Mas se a INFLUENZA H1N1 matar o resto qualquer um dos três poderia vir a comandar o Estado de Rondônia de 2011 a 2014, porque só restariam os três para serem votados.

Numa época de vulcões em erupção, tsunamis, pandemias, incêndios e alagações colossais é bom não duvidar dessa possibilidade. Portanto, temos todos que pedir a sagrada e poderosa proteção de Deus Nosso Senhor, para nos livrar desses perigos proporcionados pela mãe-natureza. Amém!

MERCADO CENTRAL Vs. REFORMA MILIONÁRIA (1)

Deixamos para tecer considerações sobre o assunto, posteriormente ao reflexo que o mesmo causou na comunidade portovelhense. Sendo assim, vamos a este que é um dos assuntos do momento na Capital.
Depois de muitos meses fechado para reforma, eis que às portas de mais uma eleição, a população de Porto Velho foi brindada, recentemente, com uma pomposa cerimônia de reinauguração do Mercado Central, às proximidades do complexo ferroviário Madeira-Mamoré. O fato como todos devem estar lembrados ocorreu há poucos dias atrás. A pompa do evento foi tanta que teve gente pensando que poderia se tratar de mais uma visita do presidente Lula a Rondônia. Ledo engano. Foi tão somente a reativação do mais antigo mercado popular da Capital rondoniense.
Inegavelmente, o trabalho de reforma feito sob a responsabilidade da Prefeitura Municipal de Porto Velho está digno de elogios. Está bonito e a população está elogiando.

MERCADO CENTRAL Vs. REFORMA MILIONÁRIA (2)

Na verdade, o antigo “Mercado Central” jamais teve a pompa e muito menos os traços arquitetônicos que agora ostenta tão garbosamente. Até gente rica da cidade e visitantes ilustres estão aparecendo no local para tomar um cafezinho, compras frutas, legumes, verduras, grãos, peixes, carnes, farinhas e ervas medicinais. Os boxes estão bem distribuídos. Os banheiros e sanitários uma beleza. Tem gente indo ao Mercado Central até de paletó e gravata. Que coisa legal, não é mesmo minha gente!

MERCADO CENTRAL Vs. REFORMA MILIONÁRIA (3)

O teto do referido logradouro público municipal merece destaque. Está mais elevado e obviamente proporcionando uma melhor ventilação no interior do prédio. Os feirantes que ali trabalham estão exultantes. De forma uníssona afirmam: valeu a pena esperar por essa tão demorada reforma.
Portanto, os comentários são os melhores possíveis. E como dizem que contra fatos não existem argumentos, não seríamos nós que iríamos dizer que o novo Mercado Central de Porto Velho não está uma “belezura”. Dizer o contrário, portanto, seria contraditar o óbvio ululante. Pelo menos por enquanto.  
Inegavelmente, é disso que a população precisa comentam os munícipes. É de coisas assim que uma Capital de Estado como Porto Velho precisa para melhorar a qualidade de vida de seus mais de 400.000 habitantes. Impressão mais do que lógica.

MERCADO CENTRAL Vs. REFORMA MILIONÁRIA (4)

Porém, não se pode deixar de dizer a população portovelhense, também, que essa obra não foi feita de forma graciosa ou só porque esta ou aquela autoridade assim o quis. Não é bem assim.
Os munícipes devem estar lembrados que, por mais de duas décadas, as instalações do Mercado Central foram deixadas de lado pelo poder público. A situação chegou a um estado tão crítico que se tornou impossível não atender aos reclamos da população, ou seja, reformá-lo. 
O Mercado Central, que voltou novamente a ser utilizado e servindo de local de trabalho direto e indireto para centenas de pais e mães de famílias portovelhenses e de outras plagas brasileiras é fruto, também, dos pesados impostos pagos ao poder público municipal, estadual e federal. Com certeza.

MERCADO CENTRAL Vs. REFORMA MILIONÁRIA (5)

E para quem ainda não sabe, a reforma do Mercado Central de Porto Velho custou cerca de R$ 1.800.000,00 (um milhão e oitocentos mil reais), ou seja, quase dois milhões de reais, segundo disseram autoridades da administração municipal petista.
Quer dizer, com toda essa grana, realmente só se podia esperar uma coisa decente, funcional e bonita. É o que se está ouvindo pelos quatro cantos da mais importante cidade de Rondônia: Porto Velho.
Sabem por que as pessoas estão fazendo esses comentários?
Porque, segundo entendidos no assunto, com igual quantia financeira, a prefeitura poderia construir, no mínimo, três outros mercados municipais de aspectos mais modestos, em terrenos de 5.000 a 6.000 metros quadrados, para atender bairros populosos como “Ulisses Guimarães”, “Cidade Nova”, “Nova Porto Velho” dentre outros e suas respectivas adjacências. Verdade ou não?
Mediante esse entendimento, a população mostra-se preocupada, antecipadamente, com a possibilidade de a prefeitura vir a decidir reformar o “Mercado do Pedacinho de Chão” e o “Mercado da Avenida Jatuarana”. Sem falar que os moradores do bairro “Cidade dos Funcionários” e adjacências estão clamando há muito tempo para que ali seja construído um mercadinho municipal também.
Porém, dizem os comunitários, se isso vier a acontecer, a se julgar pelo “andar da carruagem” poderiam vir a ser gastos, no mínimo, mais uns R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais). E aí, tome cobrança de impostos e mais impostos no “rabo” do povo trabalhador. Dolorida e trágica realidade. É o que o povo está dizendo.

BLITZ DE TRÂNSITO (1)

É verdade. O trabalho da Companhia de Trânsito da Polícia Militar (PETRAN) em conjunto com os funcionários do DETRAN é algo importante e essencial à segurança das pessoas e de suas vidas, bem como de seus veículos automotores (automóveis, motocicletas, bicicletas, etc). Nada obsta contra isso.
Que fique entendido que, estamos nos referindo ao trabalho que esses profissionais realizam através de blitz de trânsito, quer estas sejam educativas (na forma preventiva) ou coercitivas (para tirar de circulação veículos irregulares, assim como, motoristas e motociclistas que desrespeitam as normas de trânsito). Sem essa providência legal o trânsito na cidade de Porto Velho se transformaria num caos total, e muitas vidas continuariam a ser ceifadas nas vias públicas urbanas e rurais do município.

BLITZ DE TRÂNSITO (2)

Cabe entender que, essas blitz de trânsito, ainda que soem como algo antipático aos olhos de muita gente, trata-se de um trabalho imperativamente necessário à segurança do próprio trânsito automobilístico, e por extensão, à defesa da integridade física das pessoas ainda que estas tenham ou não um veículo em suas mãos.
Portanto, antes de criticar com veemência o trabalho dos policiais de trânsito e dos funcionários do DETRAN, seria de bom alvitre que os críticos fizessem uma autocrítica sobre as condutas que praticam ou assistem da parte de outras pessoas (principalmente motoristas irresponsáveis que dirigem embriagados, em alta velocidade, “furando” sinais fechados, ziguezagueando pelas vias públicas da cidade, praticando “rachas”, etc).

BLITZ DE TRÂNSITO (3)

Temos acompanhado o trabalho realizado pela PETRAN e DETRAN, na Av. Rio Madeira, no trecho entre à Av. Imigrantes e a “Chácara dos Cobras do Forró”.
Dezenas de motoristas e motociclistas têm sido flagrados cometendo irregularidades como: embriaguez ao volante, excesso de velocidade, além de veículos com documentação irregular. Até um menor foi detido ao volante.
Desse trabalho resultou que, vários veículos foram conduzidos para o pátio do DETRAN e os seus responsáveis foram conduzidos a Delegacia de Acidentes de Trânsito (DAT). Quer dizer: agora estão enrolados e às voltas com a Lei e a Justiça.

BLITZ DE TRÂNSITO (4)

Mesmo assim, o que se pede é que o policiamento de trânsito e o pessoal do DETRAN, também faça incursões da espécie (com igual repetição de vezes) em áreas “nobres” como a Av. Pinheiro Machado (onde aos finais de semana a “zorra é total”). Naquele trecho central da cidade de Porto Velho, aos finais de semana (sexta, sábado e domingo) mal se consegue circular entre a Av. Rogério Weber e a Rua Campos Sales.
Mais: existe um posto de combustível naquele trecho que continua servindo de “point da bebedeira”. Portanto, o risco de uma tragédia é muito grande, porque as bombas de combustíveis ficam a menos de trinta metros dos transeuntes que escolhem aquele local para se “divertir perigosamente”.

BLITZ DE TRÂNSITO (5)

Outra coisa: no trecho da denominada “calçada da fama” as filas duplas de automóveis e motocicletas transformam a vida dos transeuntes num verdadeiro inferno. O policiamento de trânsito embora seja visto passando pelo local finda deixando “tudo quieto”, ou seja, como está. E os transeuntes que se lasquem e fiquem a mercê da vontade dos “play boys da alta soçaity”, que fingem não estarem nem aí para o direito alheio de terem as vias públicas livres desse tipo de irregularidade.
Daí os comentários que, ali blitz de trânsito não estaria ocorrendo (com freqüência) porque o local é freqüentado por “gente rica, gente bacana, além de filhinhos e filhinhas de autoridades”. Será?
Assim, se se for olhar as coisas por esse lado, então que o policiamento de trânsito e o pessoal do DETRAN deixem em paz, também, os locais freqüentados pelos “pobres”.
Locais freqüentados por aqueles que, sem grana nos bolsos têm mesmo de apelar para os ambientes de periferias, balneários, chácaras, riachos e margens de rios, para curtir um pouco a natureza.

BLITZ DE TRÂNSITO (6)

Aliás, muitos são os pedidos a essa coluna para que peça ao DETRAN e a PETRAN que aja com firmeza, em relação a segurança do trânsito automobilístico, nos trechos onde estão situadas casas de diversões noturnas, nas áreas centrais e periféricas da Capital.
Nesses trechos imperam as filas duplas de veículos. Além de veículos estacionados de forma irregular impedindo a fluência normal do trânsito e colocando em risco a segurança das pessoas e do patrimônio alheio.
Daí a pergunta que não quer calar: por que esses veículos não são guinchados pelo DETRAN e os seus responsáveis devidamente multados?
Outra coisa: na Estrada da Coca-Cola, que dá acesso a diversos balneários, os acidentes estão se repetindo por desrespeito às normas de trânsito. Mas pouco se vê a presença ostensiva do Policiamento de Trânsito, como a cerca de um mês vem ocorrendo na “Estrada do Parque Natural de Porto Velho”, no prolongamento da Av. Rio Madeira (quase sempre à noite).
Aliás, as blitz de trânsito na “Estrada do Parque Natural de Porto Velho”, que dá acesso a diversos sítios, chácaras, conjuntos habitacionais e a “Toca dos Cobras do Forró”, estão sendo posicionadas após a entrada e saída do “Balneário Olho D Água”.
Por quê?  Se ali ocorrem acidentes quase todos os finais de semana, vitimando pessoas e veículos?
Algo, portanto, parece estar errado em se tratando desse trabalho do policiamento de trânsito, que deve ser feito de forma isonômica, em todos s partes da cidade de Porto Velho.
Valendo lembrar que existem partes da cidade que há meses não “recepcionam” uma blitz de trânsito, mesmo se tratando de verdadeiros “buracos negros” no trânsito da Capital. Por quê?
Com a resposta os canais competentes.

SEMÂFORO! URGENTE! POR FAVOR!

E já que o assunto é trânsito, aí vai mais um apelo aos ditos “canais competentes”.
A Secretaria Municipal de Trânsito precisa instalar o mais rápido possível um semáforo no cruzamento entre a Rua Marechal Deodoro e a Av. Calama. O fluxo de veículos no local é intenso.
Na ânsia de atingir a Av. Calama os motoristas que trafegam pela Marechal Deodoro fazem manobras perigosas colocando em risco suas vidas e a dos transeuntes.
Também naquele local, para se atravessar a pé, de um lado para o outro das mencionadas vias, leva-se até vinte minutos nos horários de “pico” no trânsito caótico da Capital rondoniense.
Para a população é injustificável que coisas dessa natureza aconteçam, tendo em vista que o DETRAM arrecada milhões e a Prefeitura também, mas não dotam as ruas e avenidas de Porto Velho de uma sinalização moderna e eficaz. Essa é uma constatação deveras verdadeira. Enquanto isso, as pessoas vão se acidentando, sofrendo seqüelas permanentes ou morrendo.
Certamente que quem gosta disso são os proprietários de funerárias que estão ficando cada vez mais ricos.

ATÉ A PRÓXIMA, PREZADOS LEITORES !!!!
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