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Rondônia merece uma Superintendência do Banco do Brasil, por Itamar Ferreira

Quinta-feira, 06 Março de 2008 - 09:41 | Itamar Ferreira


Por: Itamar Ferreira (*)
O questionamento que se faz não é simplesmente uma questão de bairrismo, mas trata-se de prejuízos concretos ao desenvolvimento de Rondônia, visto que as prioridades da superintendência de Mato Grosso, a qual Rondônia está subordinada, são totalmente diferentes, focadas, principalmente, no desenvolvimento do agro-negócio daquele Estado.
Outro prejuízo decorrente dessa subordinação é a falta de prestígio de uma gerência regional para conseguir melhores estruturas e equipamentos para as agências bancárias de Rondônia, onde a população e os funcionários são submetidos a condições degradantes de atendimento e de trabalho, com espaços físicos reduzidos, equipamentos obsoletos, reduzido número de bancários, enfim, um verdadeiro caos.
É importante ressaltar, ainda, que a nomeação de gerentes para as unidades no Estado, dentro da visão político-administrativa de Mato Grosso, muitas vezes já priorizou profissionais daquele Estado, preterindo funcionários de Rondônia, igualmente capacitados, com a vantagem de conhecer mais profundamente a realidade sócio-econômica local.
Entretanto, em se tratando da presença do Banco do Brasil, Rondônia convive com um inaceitável desprestigio, merecendo dessa grande instituição apenas uma simples Gerencia Regional, subordinada inexplicavelmente, à Superintendência Estadual de Mato Grosso, que é um Estado de características sócio-econômicas totalmente diferentes, tendo sua economia baseada no agro-negócio da soja.
O questionamento que se faz não é simplesmente uma questão de bairrismo, mas trata-se de prejuízos concretos ao desenvolvimento de Rondônia, visto que as prioridades da superintendência de Mato Grosso, a qual Rondônia está subordinada, são totalmente diferentes, focadas, principalmente, no desenvolvimento do agro-negócio daquele Estado.
Outro prejuízo decorrente dessa subordinação é a falta de prestígio de uma gerência regional para conseguir melhores estruturas e equipamentos para as agências bancárias de Rondônia, onde a população e os funcionários são submetidos a condições degradantes de atendimento e de trabalho, com espaços físicos reduzidos, equipamentos obsoletos, reduzido número de bancários, enfim, um verdadeiro caos.
É importante ressaltar, ainda, que a nomeação de gerentes para as unidades no Estado, dentro da visão político-administrativa de Mato Grosso, muitas vezes já priorizou profissionais daquele Estado, preterindo funcionários de Rondônia, igualmente capacitados, com a vantagem de conhecer mais profundamente a realidade sócio-econômica local.
Uma situação que pode servir de exemplo para Rondônia é o Estado do Acre, que há mais de dois anos reivindicou e conseguiu, no caso da Caixa Econômica Federal, sair da subordinação de Rondônia, criando uma superintendência em Rio Branco, inclusive indicando um funcionário de carreira que já trabalhava naquele Estado. É evidente que, sem desmerecer o Acre, Rondônia tem uma economia muito mais forte e com perspectivas concretas de crescer muito acima da média nacional nos próximos anos; o que torna óbvia a conclusão de que:

Rondônia merece uma superintendência estadual do Banco do Brasil

O propósito deste artigo é tornar pública uma proposta do Sindicato dos Bancários de Rondônia e conclamar toda a sociedade rondoniense, a bancada federal, governo do Estado, prefeitos, Assembléia Legislativa, Câmaras Municipais, entidades sindicais e empresariais, movimento social, igrejas, ou seja, todo o povo de Rondônia, para uma grande campanha visando transformar a Gerência Regional de Rondônia, subordinada à estrutura administrativa do banco no Estado de Mato Grosso, na SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL DO BANCO DO BRASIL em Rondônia.
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