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Publicado em Sábado, 06 de Agosto de 2011 - 10h43

Sob ameaça, Defensor Público Geral de Rondônia fez golaço sem querer e precisou fugir

Dimas Ferreira


"Quem é honrado na pobreza, quanto mais será na riqueza. E quem não é honrado na riqueza, quanto menos o será na pobreza."
(Eclesiático 10:34)


PROPRIEDADE DE JESUS

O dono de uma agência de publicidade de Porto Velho, que também atende empresas em Vilhena, teve uma surpresa daquelas, ao regressar de uma viagem. Ao chegar em casa, descobriu que a esposa havia dado como oferta, numa igreja pentecostal da capital, o carro ganhado de presente do próprio maridão, no valor de R$ 50 mil. O  publicitário, que não é tão fervoroso quando a companheira, já decidiu que vai entrar na justiça para reaver ao menos a metade do veículo que lhe pertence.

DIVERSIDADE

E depois Vilhena ainda tem fama de cidade intolerante... Um militante gay convive na boa com pastores que também integram o Conselho Municipal de Assistência Social. E, acreditem: o ativista é até mais rigoroso que os religiosos na hora de fiscalizar a aplicação dos recursos destinados aos carentes.

GATO ESCALDADO

Em conversa por telefone com este colunista, no início da semana, o ex-senador Expedito Júnior (PSDB) esbravejou: “Eu deveria entrar com uma ação contra o Estado, pois a Justiça Eleitoral inviabilizou minha candidatura a governador sem motivo”. O tucano, que chegou a liderar a disputa pelo Palácio Getúlio Vargas, no ano passado, desceu na banguela após duas impugnações (TRE e TSE) de seu nome. Agora, ameaça pular na briga pela Prefeitura de Porto Velho... Mas, antes, quer saber se a Lei da Ficha Limpa não lhe submeterá ao mesmo calvário.

OS TEMPOS MUDARAM

Durante a prosa, quando revelei que o DEM daqui anda se assanhando para indicar o vice do ex-prefeito Melki Donadon (PHS), que nem sabe se poderá concorrer no ano que vem, Expedito se espantou: “Sério?” Confirmei e ele lembrou que, anos atrás, o prefeito Zé Bianco, de Ji-Paraná, morubixaba dos “demos”, se negou a assinar a ficha de Melki na legenda. Pois é, o mundo dá voltas, Dito... De mais a mais, há quatro anos, o contabilista Darci Cerutti, indicado pelos Democratas, só não ocupou a mesma vaga porque Melki preferiu concorrer junto com a patroa, Rosani Donadon.

MÃE É MÃE

Em seu quinto mandato de vereador em Vilhena, o evangélico Jacy Alves (PMDB) enfrenta uma rebelião em casa: a maioria de seus 12 irmãos acha que já tá na hora do parlamentar pendurar a gravata. Os mais radicais até ensaiam o boicote, mas há um fato que, por enquanto, vai garantindo a participação de Jacy na próxima peleja: a mãe, de quase 80 anos, acha que o “menino” merece mais quatro anos. E, como a palavra da matriarca é lei no clã... Já viu, né?

CARA DE UM...

Nesta semana em Vilhena, quando debateu com empresários os efeitos do Código Florestal na economia local, o ex-ministro Roberto Mangabeira Unger encontrou um sósia: jornalistas gaiatos que cobriam a visita do ilustre personagem descobriram que o repórter Carlos Macena é a cara do respeitado ex-professor de Harvard. A diferença entre os dois é meramente salarial: Macena ganha muuuito mais...

MULHERES DE CLASSE

Pensa num calafrio... Ao organizar a festa de 1 aninho do filho Davi, o publicitário Carlos Jorge, da agência Alpha, que detém a conta da Prefeitura, convidou a ex e a atual primeira damas da cidade, Patricia Bertoncelo e Lizangela Rover. Ao se cruzarem durante o evento, as duas jovens e lindas consortes de poderosos sorriram civilizadamente, mas é evidente que ambas jogaram para a torcida. Afinal, Zé Rover (marido de Lizangela), assinou a exoneração do antecessor, Marlon Donadon (companheiro de Patrícia) da função de auditor municipal.

UI, QUE MEDO!

A linguagem não é das mais elegantes, mas foi assim que um vilhenense sem papas na língua resumiu a situação do deputado Luizinho Goebel (PV), que hora se entusiasma, depois recua diante da disputa pela Prefeitura, no ano que vem: “...Tá igual donzela virgem, mas fogosa: morre de vontade, mas tem medo de doer”. Dói nada, deputado...

SABE O QUE QUER

Embora parte da imprensa rondoniense continue insistindo em tratar o governador Confúcio Moura (PMDB) com ironias, a verdade é que o homem é focado. O cabra parece tão convicto de que está agindo corretamente que nenhuma crítica o abala. Reparem.

VIDA E OBRA

Falando em Confúcio, ao topar com este escriba, ao chegar em Vilhena esta semana, ele se lembrou de agradecer um livro que lhe dei de presente seis anos atrás. A obra, escrita pelo estadista sul africano Nelson Mandela, continha uma dedicatória sugerindo que, se seguisse o exemplo do líder negro, o então prefeito de Ariquemes ainda governaria o Estado. Deu no que deu...

PRIMEIRO MUNDO?

Já está de volta a Vilhena, labutando no campus da Unir na cidade, o professor Pascoal de Aguiar Gomes, ex-adjunto da Educação em Rondônia. Passou algumas semanas percorrendo o mundo e voltou impressionado com o nível do ensino na Finlândia. Esteve também na Noruega, onde um aloprado matou dezenas de pessoas num ataque de fúria.



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ADVOGADO DÁ TRIVELA E FAZ GOL SEM QUERER

Não se deixem enganar pelo físico franzino do atual Defensor Público Geral de Rondônia, José Francisco Cândido: na juventude, o advogado vilhenense era o principal craque de sua cidade, Catalão, no interior de Goiás.
O pai do causídico, líder político influente na região, usava a habilidade do então adolescente para conquistar apoios e, frequentemente, o levava para disputar violentas partidas em torneios da zona rural.
Numa delas, Zé Francisco, que era lateral direito, preparava-se para cobrar um escanteio, quando um torcedor do time adversário fincou um enorme facão ao lado da bola e ameaçou:
- Escuta aqui, ô moleque, chuta pra fora ou vai ver o que é bom pra tosse...
Assustado, o craque ficou de perna bamba e resolveu meter uma rosca, para que a pelota saísse pela linha de fundo. A estratégia foi um desastre: por causa do efeito, a bola foi morrer no fundo das redes.
Após o bizarro gol olímpico sem querer, o jogador olhou para o homem do facão e partiu correndo para o meio do campo. Os companheiros, que imaginavam que a carreira desembestada fosse parte da comemoração, estranharam que, após a magistral jogada, Zé pedisse para sair. Mas foi o jeito que ele encontrou para deixar as quatro linhas e ir embora antes de cruzar novamente com o torcedor armado.


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