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Publicado em Segunda, 07 de Março de 2011 - 09h53

Políticos de Rondônia caem na “esbórnia” em Brasília

Dimas Ferreira


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"O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a sermos salvos pela crítica" (Rückert)
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VAI DAR TRABALHO

Um ex-aliado pode vir a ser a pedra no sapato do prefeito Zé Rover (PP), quando o mandatário tentar a reeleição em 2012. Secretário de Fazenda no primeiro ano da administração do progressista, o empresário Sérgio Massaroni (PSC), o “Mamão”, está sendo estimulado a entrar na briga. Um dos líderes locais da maçonaria, o rapaz pode acabar cedendo, tanto por ter chances reais quanto para ir à forra com o ex-chefe, que nunca sequer lhe deu um telefonema após dispensá-lo. Gaiato, Massaroni não revela o que pretende fazer, mas faz questão de esclarecer: o produto que lhe serve de apelido (Mamão) não é fruta, muito menos “frutinha”: É FRUTO!!!

ELE X ELA

Se nada sair fora do script, a cidade de Cacoal chegará aos 16 anos sem uma primeira-dama. O município governado pelo Padre Franco (PT) já tinha sido administrado por oito anos pela viúva Sueli Aragão (PMDB). Agora, o sacerdote vai ter que suar a batina para impedir a vitória da deputada Glaucione Rodrigues (PSDC), que segundo  muitos é a favorita para 2012. No máximo, a Capital do Café terá um “primeiro cavalheiro”: o ex-deputado Daniel Neri (PMDB), marido da postulante bonitona.

SÓ POR DEUS

Falando em padre, estamos em plena temporada de vigários que resolveram trocar o altar pelos palanques. Em Cerejeiras, o pároco Adão dos Reis (sem partido) é um dos nomes em ascensão para suceder o popularíssimo prefeito Cléber Calixto (PMDB). Em Vilhena, quem também ensaia ir para a cruzada eleitoral é o padre pop star Renato Caron, ainda sem filiação partidária. Isso sem contar o Padre Ton (PT), deputado federal eleito no ano passado.

O TROCO

Fora da Assembléia enquanto o STF não decide se a Lei da Ficha Limpa vale para a última eleição, o deputado Marcos Donadon (PMDB) fechou a unidade da fundação que leva seu nome na cidade de Cerejeiras. Coincidência: a votação do parlamentar por lá foi das mais fiasquentas, levando-o a ser batido pelo não eleito Ezequiel Neiva (PPS) e pelo vilhenense Luizinho Goebel (PV).

REBELIÃO

O único parlamentar estadual do Cone Sul, aliás, enfrenta uma revolta silenciosa em Vilhena. Candidatos a vereador e parlamentares no exercício do mandato ouviram pela cidade que o polaquinho do PV teria prometido lançar um de seus irmãos para disputar uma vaga na Câmara. Se for verdade, é bom Goebel explicar; se não for, melhor desmentir loguinho antes que a conversa azede de vez sua relação com os aliados que buscam o mesmo cargo.

SARAVÁ

Criativo e dedicado, o superintendente de Turismo de Rondônia, Júlio Olivar (PCdoB), está dando o sangue para melhorar a imagem do estado. Entre viagens e compromissos na imprensa para destacar as belezas amazônicas, o rapaz tem que arranjar tempo também para a rotina de despachos em sua Pasta. Encara o desafio com humor esotérico: “É tanto despacho na Setur que tô me sentindo um verdadeiro pai-santo no cargo...”. Epa Hei Oya, Mizifi!

RELAX TOTAL

Sem querer ser fofoqueiro, nem estragar as relações matrimoniais de alguns homens públicos de Rondônia, fiquei sabendo por um amigo de Brasília que muitos dos nossos representantes caem na farra quando baixam no DF para tratar de “assuntos de interesse do povo”. Há casos de políticos de municípios miseráveis que torram horrores em noitadas regadas a uísque em companhia de fogosas meninas nativas, cujo ofício é justamente animar os chegantes...

AI, DOTÔ!

Acompanhado de alguns aliados, o governador Confúcio Moura (PMDB) baixou, dias atrás, no presídio Urso Branco, o maior do estado, na capital. O mandatário pouca-telha ficou impressionado com a principal queixa das detentas: segundo as presas, pior que a comida e as acomodações do estabelecimento, só a dor de dente que ataca a maioria com freqüência. Como profissional de saúde (é médico), Confúcio saiu de lá sensibilizado com o drama da população carcerária.

TUDO EM PAZ

Acabou na mais santa paz a partilha de bens promovida pela família Cassol entre seus membros. O processo de divisão do império da Zona da Mata foi concluído há pouco tempo e, até onde se sabe, todo mundo ficou satisfeito com o quinhão que lhe coube. Participaram da divisão, além dos pais, as quatro filhas e os dois varões do poderoso clã. Em famílias menos civilizadas, esse tipo de operação muitas vezes acaba em maledicências e até em mortes...

ARRANCA-PENAS

Voa cavaco na briga entre os tucanos de Vilhena. Disputando na cotovelada o comando do PSDB na cidade, o ex-senador Chico Sartori e o agricultor e presidente do Sindicato Rural, Evandro Padovani, andam se estranhando feio. Até o sumo sacerdote da legenda, o ex-senador Expedito Júnior, foi chamado para pacificar os emplumados em guerra, mas não conseguiu dar jeito no caso...

MERSHANDISING

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ACONTECEU
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CASSOL E O “IATE” DA MARINHA


Descendente de italianos que ainda hoje carrega um forte sotaque da colônia, o ex-deputado Reditário Cassol já foi personagem de incontáveis “causos” da política rondoniense. Um deles é o mais conhecido e já faz parte do folclore local:
Adversário juramentado do casal Valdir e Marinha Raupp em Rolim de Moura, o velho Cassol demorou meses para visitar a capital, quando o primeiro se elegeu governador, em 1994.

Quando, enfim, resolveu ir a Porto Velho, foi levado por um amigo para um passeio às margens do rio Madeira, onde a Marinha realizava uma operação militar. Ao ver o enorme navio de guerra, o patriarca do clã mais poderoso da Zona da Mata teria perguntado:
- De quem é esse barcão aí?
- Da Marinha, deputado...
Aí o veterano político teria se estressado de vez:
- “Veza” bem... A mulher mal virou primeira-dama de Rondônia e já tá comprando iate!? Quando eu falava lá no Rolim que isso ia acontecer, não acreditavam...

Ninguém confirma a veracidade do episódio, mas o ex-parlamentar não foi o primeiro (nem o único) a confundir a deputada federal mais votada na última eleição com uma das três Forças Armadas do Brasil.


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