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Publicado em Sábado, 17 de Setembro de 2011 - 09h28

DAS INVESTIGAÇÕES A PRISÃO DO FRIO ASSASSINO DA EMPRESÁRIA NEIDE BARROS

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As investigações policiais que chegaram a Jânio Martins da Silva, criminoso confesso do assassinato da empresária Maria Lucineide Barros Leonel, começaram logo em seguida ao seu desaparecimento. Familiares e uma amiga, foram ouvidos logo no dia seguinte e entre outros detalhes, relataram a existência de um rapaz que vivia assediando Neide, embora ela nunca tenha dado qualquer esperança.

Esse homem rondava constantemente a lan-house e era matriculado em uma academia nas proximidades. Fabix Remix, sócia de Neide, contou a Polícia que a amiga ficava aflita com o assédio e constantemente mantinha contato para que as duas saíssem juntas da empresa. No dia em que Neide sumiu a amiga estava ocupada. As investigações já levavam diretamente a Jânio, mas na ficha cadastral da lan-house não havia dados pessoais com exceção do próprio nome.

Com o nome em mãos, os policiais realizaram buscas nos sistemas de informação: Jânio aparecia em duas ocorrências, uma como vítima e outra por dirigir inabilitado. Com os dados pessoais, a investigação seguiu ao Acre, onde o homem nasceu. Uma foto foi enviada para a Delegacia de Patrimônio e a busca teve início após parentes de Neide confirmarem que era o assediador.

Jânio foi preso por volta das 20 horas de sexta-feira no Bairro Escola de Polícia. Ao chegarem na casa do acusado ele negou e começou a chorar ao ser informado do desaparecimento de Neide. Experientes, os agentes não acreditarem e revistaram o local, encontrando as chaves embaixo de uma pedra. Foram encontradas ainda balas Halls e um fone de ouvido. Sem saída, ele confessou o crime.

Um frio assassino

Segundo relatos do criminoso, ele aguardou Neide até o momento de fechar a lan-house. Ela então teria ligado para a sócia e apressou-se a sair temendo pelo horário, mas Jânio, com a mão no bolso e um pedaço de isopor que simulava uma arma, forçou a moça a entrar no próprio carro, seguindo ao Ramal Jequitibá, onde a ameaçou, tomou os cartões bancários, exigiu senhas e a matou. Como não conseguiu estrangula-la, ela perdeu os sentidos desmaiou e o marginal passou o carro várias vezes pela cabeça de Neide. Embora não tenha confessado, Neide pode ter sido estuprada. Estava apenas de calcinha e sutiã e a calça distante. Jânio jogou o corpo da mulher no local onde foi encontrado e fugiu para Porto Velho, abandonando o veículo no Bairro Teixeirão. No dia seguinte sacou dinheiro, cerca de R$ 1 mil das contas da vítima e comprou um rancho para casa.
 


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