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Publicado em Segunda, 10 de Março de 2014 - 08h33

Apagando velinhas

Gessi Taborda


Apagando velinhas

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Não deu tempo nem de comemorar o retorno ao cargo. Explico: Ernan Santana Amorim, prefeito do pequeno município de Cojubim (região de Ariquemes) foi afastado do cargo por decisão da Câmara Municipal. Ernan é filho da emblemática figura de Ernandes Amorim, uma espécie de morubixaba que dava as cartas na política daquela região, em passado recente. Pois bem: Ernan conseguiu derrubar a decisão dos vereadores na Justiça, retornando ao cargo. Mas, como se viu, não deu nem tempo nem do prefeito apagar as velas do imenso bolo.
O prefeito (junto com nomes de seu primeiro escalão) foi condenado pela em ação civil pública do Ministério Público rondoniense por usar dinheiro da prefeitura no custeio de uma festa de seu aniversário, usada na promoção pessoal de Ernan.

REFLEXÃO

Este fato merece uma reflexão mais profunda por revelar a banda podre da gestão pública em nível de município não foi reduzida. Pelo contrário, aumentou. São vários os municípios em que prefeitos transformam suas gestões em caso de polícia. Ernan coleciona encrencas no exercício do cargo de prefeito. Age como legítimo herdeiro do pai, foco de mau exemplo da política rondoniense enquanto esteve na ribalta de importantes cargos em Rondônia e no Congresso Nacional.
Fala-se muito num esforço concentrado de Amorim, o pai de Ernan, para retornar à vida pública. A desculpa é a de sempre: foi “injustamente” retirado da vida pública, como se a longa ficha suja na Justiça não tivesse nenhuma motivação. É essencial que eleitores dessas zonas onde os caudilhos tentam – a todo custo – agarrarem a cargos eleitorais não percam de vista esses personagens caricatos. É baixo nível de mobilização que permite essas tentativas de ressurreição de quem deveria, politicamente, permanecer em suas covas pela eternidade.

O VOMITADOR

O mais importante craque argentino do futebol, Lionel Messi, tem um problema de saúde desconhecido que o faz vomitar. Vomita sem motivo e em qualquer situação. Ou seja, mesmo durante os jogos do Barcelona e da seleção argentina, o craque sente-se indisposto e regurgita. Já aconteceu sete vezes.
E nem Messi sabe os motivos desse dilema: “Acontece nos jogos, nos treinos e até em casa. Fiz milhares de exames e ainda não sei bem o que é”, disse a jornais da Europa. O Técnico do Barça, Tatá Martino, explicou a situação de seu mais importante jogador: “Não é normal, mas não afeta o seu trabalho”.

DESBUNDOU

Na semana que passou dou de cara nos mais importantes jornais das redes de TV do país com o rosto barbudo de Valdir Raupp, apresentado como o bombeiro no combate a crise entre o PMDB e o PT da (vá lá) presidenta Dilma Roussef.
É o desbunde máximo daquele personagem jogado na política pelo então cacique do PMDB rondoniense, Jerônimo Santana. Certamente nem mesmo Valdir Raupp (um dos piores governadores que Rondônia já teve) imaginou que um dia iria assumir um papel reservado, no passado, aos maiores líderes da política nacional, como soem ser Ulysses Guimarães.
Mas esse mesmo Raupp (hoje um riquíssimo político rondoniense) que tenta apaziguar seus colegas de partidos doidos para aumentar as boquinhas no governo do “poste” eleito por Lula, não consegue sequer unir o seu próprio partido em Rondônia com vistas à sucessão.
Raupp melhorou muito seu estilo, especialmente como comunicador partidário. Não é mais o capiau que chegou ao governo rondoniense atropelando vigorosamente o erário. É hoje um político fatiotado, com os salamaleques da corte brasiliense, que parece nem enfrentar mais o preconceito da origem.

TRÂNSITO POLÍTICO

Na política chinfrim do Brasil de hoje até personagens sem referência forte conseguem aparecer mais que destaques de carros alegóricos das folias de luxo.
E mesmo assim, com todo esse “poder” Valdir Raupp não conseguiu implementar seu objetivo de rifar o governador Confúcio. Ele preferiu, como se divulgou com insistência, arregimentar o merceeiro português para colocar no lugar do atual governador (?) mas não deu certo. Agora tem de enfrentar a indecisão (?) pachorrenta do filosófico personagem nesse teatro da reeleição.
É claro que Valdir Raupp é nome com trânsito político admirável lá em Brasília. E mesmo assim ainda age como alguém que não é do ramo, principalmente em relação ao estado de Rondônia. Desbundou na passarela midiática do Brasil, mas não nesse pedacinho da nação onde o seu PMDB mostra fragilidade. Só não tem fragilidade para dar um novo mandato à sua mulher.

ENFERMEIROS

O vereador Sid Orleans advoga a participação do Conselho Regional de Enfermagem (Coren) na composição do Conselho Municipal Antidrogas – COMAD. Até agora, esse é um de vários conselhos municipais de pouco se ouve falar.  “A história da psiquiatria, da assistência ao dependente químico e a conquista de recursos para no município na área de Saúde Mental se efetivaram e se efetiva até os dias de hoje pelas mãos de muitos enfermeiros e enfermeiras. Não consigo imaginar este Conselho sem um representante da enfermagem”, desabafa o vereador.

EFEITO DA ENCHENTE

A prefeitura de Porto Velho realizará nos dias 17 e 18 de março, a 1ª Conferência Municipal de Proteção e Defesa Civil (CMPDC). O evento será no Teatro Banzeiros e tem como objetivos promover e fortalecer a participação, controle social e a integração das políticas púbicas relacionadas à Defesa Civil, tendo em vista novos padrões estabelecidos para a proteção e a Defesa Civil no Brasil. A Conferência será aberta às 8 horas do próximo dia 17.

OBESIDADE

A obesidade é um caso que preocupa a OMS (Organização Mundial da Saúde), pois evidencia o aumento da pressão alta e diabetes. De acordo com agência, o fator de risco duplicou entre 1980 e 2008 em todas as regiões do globo e cerca de 12% da população é considerada obesa.
Embora haja essa preocupação com os rumos que a obesidade toma pelo mundo, alguns países lidam de forma bem severa com os considerados acima do peso. O Japão, por exemplo, adota medidas drásticas para controlar o que suas pessoas andam consumindo.
Na Terra do Sol Nascente, uma lei foi aprovada em 2009 para sensibilizar a população sobre os malefícios do colesterol alto e hipertensão. Lá, todas as empresas são obrigadas a fazer um check-up anual de seus empregados para medir as cinturas. Segundo as normas, os homens devem ter no máximo 85cm e as mulheres 90cm de cintura.
Os que ultrapassam essas medidas são encaminhados para um reeducador alimentar e as corporações que não atingem os resultados esperados são obrigadas a pagar multas.


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